Enfermeira perde emprego por causa de crucifixo
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Este caso parece ridiculo, sobretudo para quem “conhece o interior e os objectos pessoais que se usam indevidamente nos hospitais Portugueses, por isso este caso merece a reflexão! Mais interessante me parece quando não há ainda implementado o uso obrigatório de fardas para todos os profissionais de saúde. Já no ano passado deixamos aqui o caso da enfermeira Caroline Petrie que foi suspensa por se ter oferecido para rezar por uma doente. O caso suscitou tanta polémica que o hospital readmitiu-a, clarificando que pode continuar a rezar pelos doentes desde que averigúe de antemão se eles têm alguma “necessidade espiritual.
Agora o que se passa é o despedimento de uma Enfermeira pelo uso do crucifixo. Lançamos apenas a discussão, segue a notícia:
“Segundo os responsáveis do hospital, o crucifixo apresentava dois perigos. Por um lado podia ser um ponto de contágio, albergando infecções, e por constitui um perigo de saúde uma vez que: “um doente pode agarrar um colar ou um fio, causando ferimentos ao funcionário”.
O hospital ainda sugeriu que Helen Slatter, de 43 anos, andasse com a cruz no bolso, mas a católica inglesa recusou-se.
Lamentando a perda do seu emprego, Helen perguntou porque razão não tinha sido informada destas condições na sua entrevista de emprego, alegando que do ponto de vista da NHS era um desperdício, pois tinham gasto dinheiro a treiná-la. Ainda por cima, afirmou: “trabalhei aqui durante 15 meses sem que isto constituísse qualquer problema”.(Fonte : Renascença)











