Enfermeiros e agora médicos recusam trabalhar no helicóptero do INEM de Santa Comba Dão

Posted on July 29th, 2010 in Enfermagem,Inem,Medicina,Noticias de Saúde,Poupança na Saúde by Vera Carvalho
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O presidente da Associação Portuguesa de Medicina de Emergência (APME)   fez saber que os médicos também vão deixar de prestar serviço no helicóptero do INEM de Santa Comba Dão, tal como os enfermeiros, a partir de 1 de Agosto.

Para ouvirem as declarações cliquem no link em baixo :

Esta associação acusa ainda :  o facto de alguns dos tripulantes (TAE) estarem a utilizar equipamento de exclusiva competência médica “sem autorização e análise prévia por parte da Ordem dos Médicos.

Vítor Almeida acusa o INEM, segundo a TSF, de estar a formar outros profissionais à pressa e com critérios pouco claros. 

Ou seja as denúncias dos enfermeiros têm a solidariedade dos médicos que também vão deixar de prestar serviço no helicóptero do INEM de Santa Comba Dão, esperemos que haja  intervenção da ministra da Saúde, e não do seu secretário de estado… Isto porque não conseguem obter respostas para o problema junto do INEM e o Dr. Manuel Pizarro acha tudo isto normal !

Em bom rigor teremos como consequência a inoperacionalidade do helicóptero estacionado em Santa Comba Dão, que até à data garante a evacuação aérea e o socorro médico na região centro do país. ( FONTE :  TSF)

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ARS de Lisboa e Vale do Tejo abre concurso Interno para Enfermeiros

Posted on July 29th, 2010 in Concursos Enfermagem,Emprego,Enfermagem by Vera Carvalho
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Poderão consultar os anúncios de abertura dos concursos INTERNOS que a Adm. Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo abriu clicando nos links que vos disponibilizamos em baixo:

  1. ARSLx Vale Tejo – ACES Península Setúbal III – Arco Ribeirinho 
  2. ARSLx Vale Tejo – ACES Grande Lisboa XII – Vila Franca Xira 
  3. ARSLx Vale Tejo – ACES Península Setúbal I – Almada 
  4. ARSLx Vale Tejo – ACES Lezíria I – Ribatejo 
  5. ARSLx Vale Tejo – ACES Oeste II – Oeste Sul -
  6. ARSLx Vale Tejo – ACES I – Lx. Norte
  7. ARSLx Vale Tejo – ACES Península Setúbal IV – Setúbal/Palmela

Bom Concurso.

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Direcção do INEM compromete RAPIDEZ no Socorro- Posição da Ordem dos Enfermeiros

Posted on July 28th, 2010 in Ataque Enfermagem,Inem,Politica,Poupança na Saúde,Saúde by Lifepassenger
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A Ordem dos Enfermeiros emitiu a sua posição sobre os últimos acontecimentos no INEM.  Acrescentamos ainda  que têm tanta responsabilidade quem instigou a saída destes Enfermeiros do CODU como os restantes grupos políticos que pelo seu silêncio assistem a tudo isto de camarote, para mais tarde  quando houver vítimas aproveitarem o caso politicamente( acreditem que irá acontecer) !

Comunicado de imprensa da Ordem dos Enfermeiros :

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), à revelia do parecer da Ordem dos Enfermeiros (OE), decidiu de forma unilateral e sem qualquer fundamento, afastar os enfermeiros dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).

A OE alertou, em devido tempo, para as consequências de tal decisão, pelos riscos que a mesma comportava para a segurança na prestação de cuidados, numa área tão sensível.

Aquando da tomada de decisão, o Dr. Manuel Pizarro, Secretário de Estado Adjunto e da Saúde (SEAS), garantiu que, em caso algum, estaria comprometida a transmissão de dados clínicos e que estes seriam sempre validados, em tempo útil, pelo médico regulador presente no CODU.

Lamentavelmente, tal como prevíramos, têm acontecido diversas inconformidades na transmissão de dados clínicos e só a competência dos enfermeiros tem evitado situações com consequências mais sérias. Para além disso, tem vindo a instalar-se um clima de conflitualidade no momento da transmissão de dados clínicos que em nada concorre para um ambiente de confiança, absolutamente crucial, para a prestação de cuidados de emergência.
 
 O INEM veio ontem, através da Circular Normativa nº 3/1010 – DEM, dar o dito por não dito, admitindo a transmissão de dados clínicos a profissionais não clínicos e, mais grave do que isso, admitindo que a resposta pode não ser imediata quando o médico regulador se encontrar ocupado. Tal determinação nega uma das determinantes básicas de qualquer sistema de emergência pré-hospitalar, justamente, a fluidez e celeridade da gestão da informação clínica veiculada.

Em bom rigor, estamos perante uma determinação do INEM que compromete o socorro e que, objectivamente, põe em causa a segurança na prestação de cuidados e a vida das vítimas.

A OE jamais se associará a situações como a descrita e responsabilizará quem de direito, face a qualquer evento adverso que daí possa advir.

Face ao que fica dito, a OE renova a totalidade da sua recomendação anterior, da qual destacamos:

1. Qualquer enfermeiro a exercer funções numa ambulância SIV, deve exigir que a passagem de dados clínicos seja efectuada ao pessoal clínico dos CODU, entendendo a OE que o registo dos dados transmitidos só pode ser efectuado por quem efectivamente os recebe;

 
2. Qualquer inconformidade, relacionada com esta matéria, deverá ser reportada à OE, utilizando para tal os contactos gerais e/ou o endereço electrónico eph@ordemenfermeiros.pt .

Decorrente das situações que elencámos acima, pedimos hoje mesmo uma audiência urgente à Sra. Ministra da Saúde, Dr.ª Ana Jorge, a quem solicitaremos, uma vez mais, o envio de dados regulares sobre o funcionamento dos meios do INEM para efeitos de monitorização, conforme tinha ficado acordado com o SEAS.Fonte: Ordem Enfermeiros -link

Divulguem…

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Concursos Externos para admissão de Enfermeiros

Posted on July 24th, 2010 in BLog Cogitare,Concursos Enfermagem,Emprego,Enfermagem,Politica by Vera Carvalho
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Os meses de calor têm sido pródigos na abertura de Concursos Públicos para admissão de Enfermeiros. Ora se alguns eram só concursos  internos o que fazia com que apenas pudessem ser admitidos a concurso enfermeiros com relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado.

 A verdade é que recentemente abriram Concursos externos de ingresso. A estes concursos as regras são as seguintes  :

  •  Tendo em vista a celebração de contratos de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, podem ser admitidos ao presente concurso trabalhadores com relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado, trabalhadores com relação jurídica de emprego público por tempo determinado ou determinável ou sem relação jurídica de emprego público.

Deixamos os avisos de abertura dos Concursos em baixo.

  • Concurso externo de ingresso para constituição de relações jurídicas de emprego público, por tempo indeterminado,  da carreira especial de enfermagem, , na Área de Colheitas do Centro Regional de Sangue do Porto.
Prazo Entrega de Documentos Instituição     Tipo de Concurso Vagas
12/08/2010 Instituto Português de Sangue, IP
Centro Regional Sangue do Porto
    Relação Jurídica Emprego Público
Tempo Indeterminado
7

AVISO DE ABERTURA EM DR – Cliquem AQUI

  • Concurso externo de ingresso para constituição de relações jurídicas de emprego público, por tempo indeterminado,   categoria de enfermeiro, na Área de Colheitas do Centro Regional de Sangue de Coimbra.
Prazo Entrega
de Documentos
Instituição     Tipo de
Concurso
Vagas
12/08/2010 Instituto Português de
Sangue, IP
Centro Regional Sangue
Coimbra
    Relação Jurídica
Emprego Público
Tempo Indeterminado
8

AVISO DE ABERTURA EM DR -  Cliquem AQUI

  • Concurso externo de ingresso para constituição de relações jurídicas de emprego público, por tempo indeterminado, categoria de enfermeiro, na Área de Colheitas do Centro Regional de Sangue de Lisboa
Prazo Entrega
de
Documentos
Instituição     Tipo de
Concurso
Vagas
12/08/2010 Instituto Português de
Sangue, IP
Centro Regional
Sangue de Lisboa
    Relação Jurídica
Emprego Público
Tempo Indeterminado
7

AVISO DE ABERTURA EM DR – Cliquem aqui

 Concursos  Internos para admissão de Enfermeiros

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Morreu o judoca Tiago Alves- “Ippon For Life”

Posted on July 21st, 2010 in Cancro,Enfermagem,Pensamentos,Saúde,Vida Real by Vera Carvalho
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Há relatos que nos marcam e este foi sem dúvidas um deles. O jovem judoca Tiago Alves morreu esta madrugada de dia 21/07/2010   vítima de cancro no estômago. Este  atleta de 18 anos,  competia na categoria -66kg e tinha conquistado a medalha de bronze na Taça da Europa de Esperanças este ano, na Estónia, e era uma das promessas nacionais da modalidade.

Depois de lhe terem diagnosticado cancro no estômago, Tiago Alves começou o blogue “Ippon For Life” , no qual relatava a sua batalha diária contra a doença.

Blogue “Ippon For Life”

 A última entrada no blogue data de 14 de Julho e já suscitou até este momento  200 comentários, essencialmente de pêsames à família e aos colegas.

A 11 de Julho de 2010, o judoca informava que tinha sido operado pelo cirurgião Nuno Abecassis (com quem tirou uma fotografia que está colocada no blogue), mas a operação não foi bem sucedida, uma vez que o cancro já tinha metastizado.

Passem no blog. Fiquem com parte de um artigo escrito pelo jovem judoca Tiago Alves  :

Como tudo começou ?

A vida às vezes é um mistério, existem passagens nela que nem nós nem ninguém consegue explicar e muitas vezes acabamos por sofrer com isso.

Muitas vezes perguntamos porquê que o mal só acontece a nós e não aos outros, porquê que eu, que tento ser a melhor pessoa possível e tento ter uma vida o máximo saudável possível, tenho de levar com todo o mal enquanto que existe outras pessoas que se estragam com drogas e andam para aí a matar ou a roubar e nada lhes acontece. Não estou a dizer que desejo o mal a essas pessoas, mas sou humano e acho que tenho o direito de pensar desta forma. Além de que não devo ser o único.

O dia 21 de Junho de 2010 foi para mim o pior dia da minha vida. Foi o dia em que me tiraram a minha pessoa. A sério, neste momento eu sou uma pessoa totalmente diferente.

Tudo começou mais ou menos em Janeiro de 2010 quando comecei a sentir umas dores estranhas na barriga a qual não valorizei muito. Treinava muito e estava numa fase onde tinha muitas competições e ainda havia a escola, os testes e trabalhos para entregar, pensei que fosse tudo uma questão de stress. Não valorizei. Mas o que é certo, é que à medida que o tempo passava as dores iam ficando mais fortes e agora com outro sintoma, sempre que acabava de comer, tinha de ir defecar.

Continuei a treinar no duro e a competir, não valorizei nenhum dos sintomas, até que em Março, quando fui com os meus colegas de equipa e treinador João Neto a Lisboa para um estágio as coisas agravaram um pouco mais. Continuava com cólicas sempre que comia e sempre com vontade de ir defecar. Fui às urgências, um pouco contrariado por não queria ir ao hospital, e lá o médico disse que poderia ser uma gastroenterite. “Pronto não é nada de grave” pensei eu mas na mesma noite passei-a toda com dores horríveis e a vomitar um liquido amarelado e azedo. Sentia me muito mal, quase não conseguia estar em pé de tantas dores. Fui novamente às urgências e desta vez disseram me que poderia ser uma questão nervosa. Eu de facto andava nervoso pois estava perto que uma competição muito importante, que era a Taça da Europa em Portugal, em que eu tinha o objectivo de alcançar uma medalha.

Acabei por melhorar um pouco, competi na Taça da Europa, mas a prova não correu nada bem, estava lento, muito mole e sonolento. Perdi o primeiro combate e lembro-me que logo a seguir fui me isolar e acabei por adormecer num banco.

Com esta derrota, comecei a entrar em stress pois queria ter os mínimos para o Campeonato da Europa e do Mundo, então disse aos meus treinador João Neto e João Abreu (Jocá) que queria muito ir à Taça da Europa na Estónia para ver se conseguia algo.

Acabei por ir para a Estónia, apesar de continuar a sentir-me mal. Fui com o treinador João Neto e com os meus colegas de equipa: Luís Mendes, Gustavo Andrade, Eduardo Silva e Antoine Massart.

Consegui alcançar o grande objectivo para essa prova, alcancei a medalha de bronze e já tinha mínimos para tudo, mas no final da prova senti-me com febre, dores nos rins (que eu pensava que tinha sido uma pancada nas costelas) e claro grandes dores na barriga. Devido às cinzas vulcânicas do vulcão da Islândia, não houve voos durante uma semana, por isso ficamos retidos na estónia durante uma longa semana. Enviei uma mensagem para a minha mãe a informar que não me sentia muito bem, para marcar com máxima urgência uma consulta para um médico de gastrologia.

Quando cheguei a Portugal e antes da consulta, participei no Campeonato Nacional de Equipas Seniores. Não me sentia nada bem, não conseguia comer e estava muito leve. Acabei por perder todos meus combates e senti-me mal, quase desmaiei no meu primeiro combate.

Finalmente tive a consulta de gastrologia, o médico mandou-me fazer uma serie de exames e ao fim de quase um mês de pesquisa, achou por bem mandar-me internar no Hospital Universitário de Coimbra. Lá fui fazer mais uma série de exames, sendo um deles uma colonoscopia e uma endoscopia para fazer umas biopsias ao estômago e aos intestinos, que não correu nada bem, os médicos injectaram demasiado ar para dentro no meu intestino e não conseguiram remove-lo, quando acordei da anestesia, tive dores de morrer, a sério, parecia que a minha barriga ia explodir. Tive de ser operado de urgência e os médicos aproveitaram para fazer todas as biopsias.

Após quinze dias de internamento e de recuperação da cirurgia finalmente descobriram o meu problema e no dia 21 de Junho disseram-me que eu tinha cancro no estômago com metástase num bocado do intestino. Fiquei chocado e não aceitei muito bem, mas só havia agora uma coisa a fazer, CURAR. ( Fonte : IPONfor LIFE)

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Consulta Pública – Organização interna e governação dos hospitais

Posted on July 19th, 2010 in Enfermagem,Noticias de Saúde,Qualidade em Saúde,Saúde,Vida Real by Lifepassenger
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O Programa do XVIII Governo Constitucional definiu como prioridade desta legislatura a reforma da organização interna dos Hospitais.    

Aos Enfermeiros, Médicos e outros profissionais de saúde  este blog apela a que, no exercício da nossa responsabilidade profissional e cívica, todos possamos dar os nossos contributos nos termos em que esta consulta pública se processa, até ao próximo dia 15 de Setembro de 2010. 

Participem na consulta pública, dando aqui o seu contributo.

 Informamos que em discussão estão temas como :

  • Política de reconhecimento. Atribuição de incentivos
  • A missão de um Hospital
  • Governação dos Hospitais
    • Governação Clínica
    • Estruturas de gestão intermédia
    • Segurança dos doentes e dos profissionais
    • Risco Clínico – “Erro em Medicina”.
  • Formação e  Investigação.

Para o efeito, deverão aceder a informação complementar em:  

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Bastonários criticam números de vagas do Ensino Superior

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Sim é verdade dentro deste coro de críticas está mesmo a Ordem dos Enfermeiros !  Mas a Ordem dos Enfermeiros não está isenta de responsabilidade aliás têm muita… Leiam mais em baixo .

Vídeo sobre as vagas excessivas  no Ensino Superior

 No Vídeo aparece a Bastonária dos Enfermeiros

O numero de vagas no ensino superior para o próximo ano lectivo de 2010/2011  sobe mais de 4 % em relação a 2009. É de realçar que os  cursos que apresentam o maior numero de Vagas, são :

  1.  Enfermagem, com 2.090 vagas,
  2. Gestão, com 1.896 vagas,
  3. Direito, com 1.330 vagas,
  4.  Economia, com 1.210 vagas.

Constatamos com pesar que o Curso de Enfermagem  É Líder   na Oferta Formativa! Este numero de vagas disponíveis no ensino superior é desajustado às necessidades politicas  do País. Sendo que em causa está o Futuro Profissional dos Estudantes de Enfermagem(…)

Alertados  com o que passa com Enfermagem, onde após anos de excesso formativo, cuja consequência foi o desemprego de muitos jovens, surgiu hoje Pedro Nunes Bastonário da Ordem dos Médicos a criticar o Excesso de Vagas em  Medicina (LINK)

O bastonário dos Advogados , Marinho Pinto Alerta que  Direito é uma área esgotada ao Nível do Emprego  e  sublinha o Ensino Superior Está mercantilizado “, perdeu qualidade e estão mais interessados em financiar as universidades» do que em ensinar bons conhecimentos. “. 

ISTO passa- se em todo o Ensino Superior e Enfermagem sofre disto há anos!!! Onde estava a intervenção da Ordem ?

Quem Pretende seguir o curso de Enfermagem em Portugal DEVE Ser informada que o Estado e as escolas de Enfermagem,insistem em aliciar os Jovens numa área Onde Não HÁ saídas Profissionais  .

A  Ordem dos Enfermeiros deve  remover de vez  a sua  dependência pessoal quase  simbiotica  das escolas de enfermagem. Recordo que a O.E. afirmou  após  o Modelo de Desenvolvimento Profissional ter sido  aprovado em Conselho de Ministros (LINK)  que o  ”Período de exercício tutelado pós-graduado poderia começar a ser aplicado a partir de 2010, mas até à data nada !!

O resultado a curto prazo do aumento de vagas do curso de enfermagem pela sua especificidade e complexidade, será mesmo a internacionalização, no entanto as instituições de ensino não estão a preparar os licenciados e pós-graduados para exercerem fora de portugal.

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Reportagens JN sobre os Enfermeiros no Centro de Saúde

Posted on July 11th, 2010 in Enfermagem,Medicina,Noticias de Saúde,Qualidade em Saúde,Saúde by Vera Carvalho
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Foi com agrado que lemos  no JN deste Domingo estas duas reportagens :

Fiquem com as frases mais marcantes da reportagem :
 
“Visitam os doentes em casa e tratam todo o tipo de problemas dos utentes e dos cuidadores.Para os que estão mais isolados, são muito mais do que prestadores de cuidados de saúde

Apenas 6800 dos 40 mil enfermeiros portugueses trabalham em centros de saúde. É lá que fazem um dos serviços menos visíveis e mais próximos dos doentes. Histórias de enfermeiros ao domicílio que são psicólogos, assistentes sociais, podólogos, amigos e muito mais.

“Somos um pouco de tudo. Até já servi de electricista para ajudar a ligar uns cabos. A parte de enfermagem é muito importante, sem dúvida, mas a componente humana é que faz a diferença”, considera Paulo Cunha, 33 anos, 12 de enfermagem, os últimos quatro nos cuidados de saúde primários. Actualmente colocado na Unidade de Saúde Familiar (USF) de Villa Longa, Vialonga (Vila Franca de Xira), onde está a ser criada uma Unidade de Cuidados à Comunidade, está afecto à visitação domiciliária.

foto jOSÉ mOTA/gLOBAL iMAGENS

Enfermeiros todo-o-terreno

 

 Num dia normal de trabalho, faz entre 22 e 28 visitas a doentes com os mais diversos problemas. “Cerca de 90% dos nossos utentes têm mais de 65 anos e as complicações associadas à idade: úlceras varicosas, ou seja, feridas devido a má circulação, e pés diabéticos, mas também existem muitos acamados e dependentes.

O grande número de casos que tem para atender é a maior dificuldade com que este enfermeiro se depara: Gosto de dar toda a minha disponibilidade às pessoas, conversar com elas, saber como vai a vida, porque tudo influencia o estado de saúde, e com este volume de trabalho, é difícil”.

Assistência 365 dias por ano

Não são poucas as vezes que o Enfermeiro João Barbadães Pereira e os seus colegas da Equipa de Cuidados Continuados Integrados do Centro de Saúde n.º 1 de Chaves fazem quase duas horas de viagem para visitar os doentes que seguem, todos os dias do ano, incluindo fins-de-semana e feriados. “Recentemente, acompanhei uma senhora, durante um ano, duas vezes por dia, duas horas de cada vez. Estabelece-se uma relação de grande proximidade. Quando algum dos nossos utentes parte, é como se fosse um familiar”, diz João Pereira.

“Psicólogos” da família

“No domicílio, criam-se laços afectivos que não se fazem no hospital. Somos o amigo a quem podem recorrer quando têm problemas, não só de saúde, mas de todo o género. Os idosos estão cada vez mais sozinhos e desprotegidos”, conta o Enfermeiro Bruno Azevedo, da USF de S. Simão da Junqueira, em Vila do Conde. “Sabem quando vamos e estão à nossa espera para conversar um bocadinho. Somos um pouco psicólogos, tanto dos doentes como das famílias”, acrescenta este profissional, que faz as visitas de táxi porque a USF não tem meios para comprar mais uma viatura.

Um dos pontos mais importantes para João Pereira é apoiar as famílias. “É fundamental que os cuidadores sintam que não estão sozinhos. O meu lema é chegar sempre com um sorriso e, ao despedir-me, ver sempre um sorriso na cara de quem fica.”

A ansiedade de não saber amamentar

Ana Isabel Melo tinha tido a Verónica há quatro dias quando foi visitada pela Enfermeira Cláudia Pires, do Centro de Saúde n.º 1 de Chaves. O apoio à amamentação e o teste do pezinho são as prioridades da primeira visita de um enfermeiro especialista em saúde materna.

Para esta cabeleireira de 34 anos e para o marido – pais pela primeira vez -, tudo é novidade e assustador. “Mas, quando os temos nos braços, é mais fácil do que imaginávamos”, confessa. Ainda assim, as dúvidas são muitas.

O receio de não saber cuidar, a ansiedade perante o choro e as dúvidas quanto à amamentação são as principais dificuldades das mães“, explica a enfermeira que já acompanhou centenas de mulheres durante a gravidez e depois do parto. O despiste de problemas de vinculação entre a mãe e o bebé e de depressão pós-parto são outras mais-valias do acompanhamento precoce.

As visitas a puérperas e recém-nascidos são apenas uma parte do trabalho ao domicílio daquele centro de saúde. À Equipa de Cuidados Continuados Integrados calham as situações mais complexas: doentes oncológicos, grandes dependentes, com múltiplas lesões, que precisam de cuidados 365 dias por ano.

“Temos formação para lidar com os aspectos técnicos, mas a parte emocional é a mais difícil. Há muitas situações de pobreza, solidão e doença sem resposta”, resume João Barbadães Pereira.(FONTE : JN     Artigo 2 JN)

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ARS- Norte abre concurso interno para 93 postos de trabalho em Enfermagem

Posted on July 9th, 2010 in Carreira,Emprego,Enfermagem,Sindicatos Enfermagem by Lifepassenger
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Aviso de Abertura em DR 

Se és enfermeiro/a a trabalhar nos Cuidados de Saúde Primários, na sequência da Bolsa Recrutamento feita pela ARS, o SEP sugere que requeiram a sua admissão ao concurso aberto pela ARS Norte com aviso 13600/2010 acima identifacado e disponibilizado no aviso de abertura.

Concurso Interno Geral de Ingresso para provimento de 72 postos de trabalho, da categoria de enfermeiro, aberto pelo aviso n.º 13600/2010, publicado no Diário da República n.º 131, 2.ª Série, de 8 de Julho. 

Ver Aviso Cliquem aqui / Ver Acta Cliquem aqui

Concurso Interno Geral de Ingresso para provimento de 21 postos de trabalho, da categoria de enfermeiro, aberto pelo aviso n.º 13601/2010, publicado no Diário da República n.º 131, 2.ª Série, de 8 de Julho. 

Ver Aviso cliquem aqui / Ver Acta cliquem aqui

Terminamos este anúncio de emprego que a ARS Norte abriu, como a sugestão:

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Parabéns, são 30…

Posted on July 8th, 2010 in Enfermagem,Parabéns,Vida Real by Lifepassenger
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30 anos atrás, a 8 de Julho de 1980, tu Vera nascias em V.N. de Gaia, curiosamente no teu actual local de trabalho. Fica o mistério dos  30. 

Agora deixo aqui as tuas palavras que gravei em vídeo para as não esquecer  após as 24 horas quando te dei os parabéns…  :)

Agora é só esperar por hoje à noite para comemorar em família. E verdade seja dita tenho uma família – sem falsa modéstia – invejável:

Tenho uns pais que são o meu porto seguro de abrigo de carinho e emoções,  uns  sogros, que muitos gostariam de ter. Um amigo e companheiro de vida para o qual não tenho palavras… e tu sabes…

 Tenho uma irmã linda por dentro e por fora e um cunhadito e um sobrinho fantásticos.

Amigos… poucos e bons!

 São  30 anos bem passados  que vão ficar sempre na memória“.

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Catástrofe humanitária no Haiti, relato da Enfermeira Isabel Ferreira

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Assim começou mais uma jornada. Ou antes, continuou.

Como é que vim aqui parar? Boa pergunta. Sempre tive vontade de fazer voluntariado. Até há uns bons anos atrás, antes de me tornar enfermeira, pensava que isso não era possível. Mas depois … acasos atrás de acasos – não há coincidências, isso já aprendi há muito tempo.

Cruzei-me com uma das actividades de Médicos do Mundo Portugal no Porto que se chamava “Jardins Vividos”. Assim entrei para a organização. Voluntariei-me para projectos nacionais mas sempre com “olho” nos internacionais.

Dia após dia, mês após mês … passaram-se oito anos até ter finalmente a oportunidade/disponibilidade de ir “international”. Durante esse tempo participei em vários projectos com uma enorme variedade de contextos: rua, centro de detenção, quarto de pensão, lar, etc.

Pessoas sem-abrigo, trabalhadores do sexo, imigrantes, idosos, usuários de drogas … Confesso que a minha predilecção cai sobre as pessoas sem-abrigo principalmente pela complexidade de abordagens, multiplicidade de factores e variedade contínua de desafios para quem trabalha com eles e, muitas vezes, para eles.

Bem … “international”. Depois de alguns/vários dias de preparação aqui estamos nós. Uma equipa de 5 a iniciar a travessia da fronteira de Jimani (República Dominicana) com o Haiti.

Pessoas por todo o lado. Motas, carros, camiões de ajuda humanitária. Tap tap os mini-autocarros públicos de transportes do Haiti (assim chamados porque são todos identificados com a matrícula TP e a sua decoração única). Andamos mais lentos que o passo do caracol. Não cabia um palmo entre carros (às vezes menos).

Já não havia filas apenas sentidos: um em direcção ao inferno e outro a sair dele.

Passados os limites da fronteira pó, muito pó. Crianças a vaguearem sozinhas nas montanhas de cal. Se tinham família não sabemos. Começamos logo a li a projectar o que iríamos encontrar.

Pelo percurso íamos vendo casas destruídas e acampamentos.

Era apenas o prenúncio do “muito pior” que nos esperava.

Chegados a Port-au-Prince sentimos o trânsito infernal, a desordem. Destino? Hospital coordenado entre Médicos do Mundo Grécia e a equipas da República Dominicana, próximo do aeroporto internacional.

O que é que faz agora um enfermeiro? Deixa de ser EU e passa a ser NÓS – a equipa.

Agora somos uma equipa e só conseguimos aguentar a pressão como tal. Não há o senhor enfermeiro ou o senhor doutor ou … Não há relação de superioridade ou inferioridade. Não há hierarquias.

Somos iguais.

Somos muito mais do que enfermeiros. Posso mesmo enumerar uma listagem de quem passei a ser e o que passei a fazer:

  • Montagem de tendas, preparação de equipamento, limpeza de terreno, amiga, confidente, colega de longa data, a imagem da tranquilidade quando por dentro só há turbulência, poliglota (inglês, francês, crioulo, espanhol, italiano, grego), relações públicas, assexuada (pelo menos na fase inicial da emergência), heroina, bandida, conviver directamente com ratazanas que mais parecem coelhos e galinhas que nem conseguem cacarejar de tão esfomeadas, diplomata, conciliadora, mediadora cultural, ponto de referência, professora, montanhista, etc.

A nossa actividade começa com o trabalho no hospital – visita de apresentação, muito breve e mãos à obra. Fico de apoio ao nosso médico mas depressa percebemos que o caos é muito e sou mais útil na triagem. As consultas são feitas em francês e com a ajuda de um tradutor local quando a pessoa só fala e entende crioulo – acreditem que são muitos nesta situação.

A triagem. Além de não existir … não existe. É feita por jovens locais que foram “contratados” como tradutores e cuja missão é escrever o nome da pessoa, sexo, idade e queixas. As queixas? “Malade à la tête, malade à la gorge, buttons, malade au estomaque, fièvre, diarrhée, malade au ventre” – mal de cabeça, de garganta, pequenas vesículas na pele, mal do estômago, febre, diarreia e mal de barriga são as principais queixas. Quantas destas são efectivas? Arrisco dizer menos de 50%.

Geralmente o mal é outro, sendo o que predomina: stress pós-traumático, desnutrição, desidratação, infecções genito-urinárias, micoses, pediculoses, escabiose. Basicamente o grosso das afecções pós-trauma com condições habitacionais e nutricionais inexistentes. E ainda a cólera e a malária e, as alterações psicomotoras provocadas pelas “ervas”, o vodoo ou como dizem naquelas bandas a “magia negra”.

Deparamo-nos também com problemas crónicos como: HTA, Diabetes, cancro, asma, etc. O que fazer nestes casos? Sabemos que não há medicação suficiente para dar continuidade ao tratamento, muitas vezes nem há para o iniciar. A opção?

Voltando à triagem. Pois. Fazer compreender que o que dizem ser uma urgência não o é (muitas vezes são casos de puro histerismo) e que os idosos não têm prioridade sobre os mais novos, principalmente as crianças, só porque são idosos. Ui, grande dificuldade.

Fazer com que as pessoas respeitassem a fila, gerir os tradutores, ouvir as lamentações e o choro constante das crianças …

Houve um dia em que se estava a aproximar a hora do nosso almoço e ainda tínhamos cerca de 12 bébés por atender (com a sua respectiva mãe). Choravam todos e estavam a aguardar há horas ao sol tórrido – a sombra era praticamente inexistente. O que é que fizemos? Bem … sabíamos que era uma hora em que só se atendiam urgências e que o resto teria de esperar, pelo menos eram assim as regras.

O que fizemos foi simples. Juntamos as mães todas com os seus filhos num local próximo das macas onde eram atendidos os doentes e sentámo-los a todos em colchões. Tratamos de lhes dar água: 1º aos bebés e depois às mães. De seguida quem amamentava foi o que fez e … silêncio absoluto. Bebés dormiam e mães acalmavam. Parecia um verdadeiro berçário. Depois foram todos atendidos ordeiramente.

Muitos mais episódios haveriam para contar.

Devem estar a perguntar-se dos casos de amputações/trauma. Eram atendidos por outros colegas da equipa. Os casos de verdadeira urgência em que não tínhamos recursos eram acompanhados de imediato para os hospitais da proximidade, que também estavam atolados de gente e eram tendas sem recursos.

Ah é verdade, quase me esquecia. Falei de almoço, certo? Pois, almoço… O almoço era arroz com arroz. Às vezes com aroma de feijão ou essência de massa. De vez em quando apareciam umas espinhas ou umas amostras e formato de ervilha de carne enlatada. Era este o nosso almoço e o jantar. Isto até encontrarmos supermercados a funcionar e aí passaram a ser enlatados, pão e alguma fruta que íamos comprando nas ruas da cidade (lembram-se das imagens das ruas da cidade? Então imaginem a fruta) que era bem doce como cabe a uma ilha das Caraíbas.

A nossa missão era maioritariamente a exploração de necessidades e desenho de um plano de intervenção para as equipas que viriam a seguir. Mais tarde identificamos uma comunidade inteira sem apoio médico e deslocamo-nos para mais próximos dela onde ficamos alojados numa casa de freiras as “Irmãs Salesianas”. A elas o meu muito obrigada pela hospitalidade, carinho e papel que desempenham junto da comunidade.

Equipa de MdM com uma das irmãs Salesianas. Foto: Sarah Bove

Aí montamos a nossa clínica e a equipamos. Complicado mas recompensador quando começamos a ver a afluência das pessoas à mesma e a relação de confiança que se ia criando.

Outra pergunta que devem estar a fazer: então e os mortos? E as imagens que se viam na televisão?

Ainda haviam muitas casas por explorar e acredito que muito mais milhares de mortos debaixo delas. Quando chegamos não havia electricidade, as ruas estavam tal e qual as imagens que chegavam a Portugal com mais um leve acrescento – o cheiro. A imagem que ainda guardo na memória é a das pessoas a vaguearem entre os escombros e outras a irem/virem de algum lugar mas a contornarem os escombros como se se tratasse de simples obstáculos. Perfeitamente apáticas no meio do lixo e do perfeito caos. Sem deixarem transparecer qualquer tipo de emoção.

Cães, gatos e porcos (do tamanho de vacas) nas ruas a comer de TUDO.

Na semana em que me vim embora já havia electricidade nas principais artérias da cidade e já se começava a ver equipas de limpeza nas ruas e nos bairros.

Somos enfermeiros, conselheiros, somos especialistas em dermatologia, nutrição, cirurgia, ginecologia, obstetrícia, pediatria… e não somos especialistas em nada. Precisamos de saber um pouco de tudo e não conseguimos. Não temos onde ir buscar bibliografia. O que fazemos? O melhor que podemos. Porque falo no plural? Porque somos uma equipa onde várias cabeças pensam melhor do que uma e funciona!

A despedida. Se pensamos que estamos preparados para a chegada e para o que vamos encontrar, quando na realidade não estamos, tentem preparar a despedida. Não conseguimos. Preparamos notas, material, a verdadeira passagem de turno mas não conseguimos preparar a separação.

Não nos separamos. Não há um dia em que não pensemos no Haiti. Em como ajudar quem ainda lá está. Depois vem o sentimento de impotência. Se a frustração predominava enquanto lá estávamos – não podíamos fazer mais que o nosso próprio limite. A impotência abunda em quem está do lado de cá e não consegue meios para ajudar e vê que os outros já se esqueceram e …

A verdade é que quando regressei usei esse sentimento de impotência e canalizei-o num projecto que já estava a ser delineado e teve de ser adiado com a minha ida para o Haiti – a criação de uma Associação.

Eu e um grupo de amigos/colegas/familiares unimo-nos e criamos uma associação. Chama-se Passo Positivo (LINK), a que nós chamamos carinhosamente de PASSO. É um PASSO para todos nós e pretendemos que seja um passo para muitos mais, principalmente os beneficiários dos nossos projectos.

O que fazemos, o que somos, onde estamos, para onde vamos? Está no blog, facebook, etc. Onde nos inspiramos? Em todas as nossas experiências de intervenção em projectos de cariz humanitário e social, nacionais e internacionais.

Eu? Pessoalmente, inspirei-me em tudo o que vivenciei, vi e ouvi ao longo de todos estes anos.

Quem já teve oportunidades semelhantes sabe bem a que me refiro. Quem não teve tem de experimentar.

Não dou conselhos mas faço uma grande sugestão: experimentem com consciência e profissionalismo, experimentem “cá dentro”, experimentem onde acham que está a credibilidade e formem-se. A formação a todos os níveis é essencial.

Muito mais haveria para dizer.

Colocar em palavras algo com que vivemos com tanta intensidade é para verdadeiros escritores e poetas.

Fiquem bem.

Enfermeira Isabel Ferreira

Fonte das imagens~.

 O nome que identificam as fotos são do autor  (Haiti, 2010):

- Armindo Figueiredo
- Giorgos Moutafis
- Médicos do Mundo Portugal

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