Ordem dos Enfermeiros ameaça … Fim da colaboração com o Governo

Posted on June 28th, 2008 in Ordem Enfermeiros by Lifepassenger
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“A Ordem dos Enfermeiros reuniu esta semana com o Governo para dizer que ou o Ministério da Saúde

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muda o modelo estatutário Junior download , ou então a instituição representativa dos Enfermeiros “assumirá publicamente o final da colaboração nas reformas”". (Fonte: Diário Económico )

Para além desta tomada de posição Clara e de força da nossa Ordem refere ainda as implicações negativas para o reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que decorrem da falta de clarificação de medidas sobre:

  1. A continuidade da Reforma dos Cuidados de Saúde Primários, gerando iniquidades nos cuidados aos cidadãos e nas condições de exercício dos profissionais que são inaceitáveis;

  2. As orientações acerca das dotações seguras para cuidados seguros

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    , encontrando-se as actuais dotações desadequadas aos indicadores existentes;

  3. A alteração estatutária / Modelo de Desenvolvimento Profissional proposto pela OE, o qual implica um compromisso claro por parte do MS, sem o qual a OE assumirá publicamente o final da sua participação e colaboração nas reformas em curso no Ministério;

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  4. O desenvolvimento e implementação da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, permitindo a existência de distorções no terreno que colocam em risco os objectivos para que a Rede foi criada.(Fonte : Ordem Enfermeiros)

Todas estas alterações politicas surgem em pleno Cenário de Discussão da Carreira de Enfermagem

. O SEP

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convoca para Dia 10 de Julho haverá nova Manifestação só de Enfermeiros. Temos que ser noticia de Novo nas Televisões de Todo o País. Enviem Sms , avisem no Serviço , pois o Transporte é gratuito. Informem os Colegas para que sejamos muitos neste dia. Awakenings video

Para Virem connosco a Lisboa Cliquem Aqui.

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“Enfermagem produto de marca” (RESUMO)

Posted on June 27th, 2008 in Pensamentos by Vera Carvalho
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Deixamos aqui um resumo deste artigo de opinião que e deverá ser lido na sua integra. Para ler o artigo completo clique aqui

“Qualidade, desemprego, investigação, (re)definição de competências são termos que pontuam com grande acuidade no léxico actual dos discursos em Enfermagem. Com efeito, a Enfermagem confronta-se com desafios de monta e com problemas inéditos que têm despoletado apaixonadas e vigorosas discussões em vários círculos de debate da classe. (…)

É com o intuito de efectuar esse exercício que resolvi talhar algumas linhas que procuram apontar alguns caminhos que poderão ser seguidos na promoção da actividade da Enfermagem. E a cerne da questão reside exactamente na promoção da Enfermagem e sua actividade junto da população, apresentando a sua produção como um bem de saúde necessário às demandas da vida moderna.

Até agora os cuidados de Enfermagem são vistos pela sociedade como um acessório agregado aos cuidados médicos. O encontro com o Enfermeiro é consequência de um acto de primeira intenção, que é a procura de cuidados médicos. A Medicina justifica perante o senso do nosso público-alvo a existência da Enfermagem. O encontro do utente/cliente com a Enfermagem tem seguido na bitola do casual, acidental. 

(…) Prova disto são as campanhas publicitárias, nomeadamente de seguros de saúde e hospitais privados que equalizam a qualidade dos cuidados de saúde que vendem, á qualidade dos médicos que constituem a oferta do seu “quadro de pessoal” reduzindo a qualidade em cuidados de saúde a um determinante monovalente.

A Enfermagem é tradicionalmente abordada pelos seus representantes como um serviço ainda demasiadamente alicerçado no espírito altruísta e voluntarioso. Esse espírito, outrora grande motor do desenvolvimento da profissão (…)tem necessariamente de ser substituído por um espírito diferente, onde a noção de competitividade tem de sobressair e onde os pilares fundamentais são o produto, o preço, a promoção e a distribuição, alvitrados em 1960 por Borden, que se embrenhou no estudo das questões do marketing.

Os cuidados de Enfermagem necessitam de ser apresentados como um produto atractivo, competitivo e necessário, centrados no seu consumidor. A lógica do marketing e do desenvolvimento comercial de um produto necessita de ser transplantado para a estratégia de promoção da profissão. (…)

Atentemos em exemplos paradigmáticos: A campanha das farmácias, propalando novos serviços com direito a cartão de pontos entre outras novidades, os seguros de saúde que de uma forma clara transformaram os cuidados de saúde num produto que se pode transaccionar e negociar, o próprio surto do desporto “indoor” protagonizado pelos ginásios que transformaram uma actividade outrora elitista num bem de quase primeira necessidade, prescritível e dedutível nos impostos.

Na verdade estas campanhas apenas deram uma nova roupagem a algo que já existia há muito tempo. (…) Na verdade, criou-se uma embalagem atractiva para um produto já criado há muito mas que passava despercebido. As Pessoas passaram a incluir estes serviços na sua lista básica de consumo, sendo que nestes casos se trata de consumíveis de saúde.

O que escasseia em Enfermagem é esta abordagem de “marketização” dos cuidados de enfermagem, de lhe conferir uma aparência inovadora, actual, necessário ao estilo de vida moderno onde os L. Casei Imunitass, os ómega 3 e a “alimentação-medicamento” se tornaram num elemento indispensável ás demandas da vida moderna, uma quase necessidade de sobrevivência.(…)

Sou da opinião que a Enfermagem tem campos de actuação ainda pouco explorados, muitas vezes depreciados pelos próprios Enfermeiros levando a que outros os desenvolvam e capitalizem em seu proveito o seu potencial de aplicação. Veja-se o caso do pé diabético, que representa já um volume apreciável da actividade dos podologistas ou a alimentação do diabético ou hipertenso, um dos focos mais ingentes na actividade dos nutricionistas. Muitos outros exemplos se poderiam dar como é o caso das Doulas, ou dos fisioterapeutas que descobriram o manancial da preparação para o parto. (…)

Os Enfermeiros não têm ainda desenvolvida a capacidade de criarem uma imagem atractiva através da qual possam apresentar o seu “produto” à sociedade, não obstante a inegável qualidade do seu conteúdo.

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Por exemplo, o enfermeiro pode-se assumir como um “health advisor” ou “health personal trainer”, a educação para a saúde importar as premissas de “coaching” em voga no campo da gestão sendo convertida em “health coaching”, sendo que estes conceitos devem ser publicitados, porque não, com as devidas adaptações, através dos meios normais de publicitação de um produto. Esse encargo estaria sob a alçada de associações de promoção da Enfermagem e das próprias entidades produtoras de vários tipos de cuidados de Enfermagem.

(…)

É mandatório criar no utente a necessidade consciente de cuidados de Enfermagem, levando-o a procurar ou adquirir de forma intencional o seu produto que reconhece como de qualidade e necessário.

(…)

Concluindo, a Enfermagem tem de responder com vigor ao desafio que se coloca em termos de promoção dos cuidados que produz. Em parte esse esforço passa por adoptar as premissas ensinadas pelos princípios do marketing no intuito de criar uma imagem actual para o serviço que presta. Não quer isto dizer que se deve transformar o que fazemos num negócio, mas sim dar uma nova visibilidade do que fazemos á sociedade. (…)

Por isso é necessários que passemos de uma “Enfermagem produto genérico” para uma “Enfermagem produto de marca”.

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Por uma Enfermagem de Marca

Posted on June 27th, 2008 in Artigos de Opinião by Vera Carvalho
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Qualidade, desemprego, investigação, (re)definição de competências são termos que pontuam com grande acuidade no léxico actual dos discursos em Enfermagem. Com efeito, a Enfermagem confronta-se com desafios de monta e com problemas inéditos que têm despoletado apaixonadas e vigorosas discussões em vários círculos de debate da classe. Apesar de serem temas de indelével importância, é necessário aspergir por outros campos o amplexo das nossas cogitações.

Barbie and the Three Musketeers full movie

É com o intuito de efectuar esse exercício que resolvi talhar algumas linhas que procuram apontar alguns caminhos que poderão ser seguidos na promoção da actividade da Enfermag

download The Fourth Kind dvd

Tell No One psp em. E a cerne da questão reside exactamente na promoção da Enfermagem e sua actividade junto da população, apresentando a sua produção como um bem de saúde necessário às demandas da vida moderna.Até agora os cuidados de Enfermagem são vistos pela sociedade como um acessório agregado aos cuidados médicos. O encontro com o Enfermeiro é consequência de um acto de primeira intenção, que é a procura de cuidados médicos. A Medicina justifica perante o senso do nosso público-alvo a existência da Enfermagem. O encontro do utente/cliente com a Enfermagem tem seguido na bitola do casual, acidental.

Na verdade em muitas situações o encontro com o utente advém do circuito por este encetado em direcção da procura de cuidados médicos, sendo que a intervenção de Enfermagem é vista ora como etapa intermédia neste processo ora como elemento acessório do processo terapêutico onde os cuidados médicos parecem assumir o papel mais evidente. Prova disto são as campanhas publicitárias, nomeadamente de seguros de saúde e hospitais privados que equalizam a qualidade dos cuidados de saúde que vendem, á qualidade dos médicos que constituem a oferta do seu “quadro de pessoal” reduzindo a qualidade em cuidados de saúde a um determinante monovalente.

A Enfermagem é tradicionalmente abordada pelos seus representantes como um serviço ainda demasiadamente alicerçado no espírito altruísta e voluntarioso

Horror Hospital trailer

The Green Mile film

Flight of the Phoenix divx .

Esse espírito, outrora grande motor do desenvolvimento da profissão pela sua mobilização de vontades em torno de uma causa comum tem necessariamente de ser substituído por um espírito diferente, onde a noção de competitividade tem de sobressair e onde os pilares fundamentais são o produto, o preço, a promoção e a distribuição, alvitrados em 1960 por Borden, que se embrenhou no estudo das questões do marketing.

Os cuidados de Enfermagem necessitam de ser apresentados como um produto atractivo, competitivo e necessário, centrados no seu consumidor. A lógica do marketing e do desenvolvimento comercial de um produto necessita de ser transplantado para a estratégia de promoção da profissão. Só assim poderemos garantir a perfeita adequação daquilo que oferecemos às necessidades e aspirações sentidas pela população. São estas necessidades que devem conduzir as prioridades da investigação em enfermagem, com o escopo do desenvolvimento de produtos de saúde que respondam positivamente a estas mesmas aspirações.

Atentemos em exemplos paradigmáticos: A campanha das farmácias, propalando novos serviços com direito a cartão de pontos entre outras novidades, os seguros de saúde que de uma forma clara transformaram os cuidados de saúde num produto que se pode transaccionar e negociar, o próprio surto do desporto “indoor” protagonizado pelos ginásios que transformaram uma actividade outrora elitista num bem de quase primeira necessidade, prescritível e dedutível nos impostos.

Na verdade estas campanhas apenas deram uma nova roupagem

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a algo que já existia há muito tempo. A mediatização destas actividades deu uma grande ajuda, na medida em que divulga as especificações destes produtos. Na verdade, criou-se uma embalagem atractiva para um produto já criado há muito mas que passava despercebido. As Pessoas passaram a incluir estes serviços na sua lista básica de consumo, sendo que nestes casos se trata de consumíveis de saúde.

O que escasseia em Enfermagem é esta abordagem de “marketização” dos cuidados de enfermagem, de lhe conferir uma aparência inovadora, actual, necessário ao estilo de vida moderno onde os L. Casei Imunitass, os ómega 3 e a “alimentação-medicamento” se tornaram num elemento indispensável ás demandas da vida moderna, uma quase necessidade de sobrevivência.

Sou da opinião que a Enfermagem tem campos de actuação ainda pouco explorados, muitas vezes depreciados pelos próprios Enfermeiros levando a que outros os desenvolvam e capitalizem em seu proveito o seu potencial de aplicação. Veja-se o caso do pé diabético, que representa já um volume apreciável da actividade dos podologistas ou a alimentação do diabético ou hipertenso, um dos focos mais ingentes na actividade dos nutricionistas. Muitos outros exemplos se poderiam dar como é o caso das Doulas, ou dos fisioterapeutas que descobriram o manancial da preparação para o parto. O campo do tratamento de feridas, onde os Enfermeiros atingiram um alto grau de proficiência ainda se encontra sub-aproveitado no âmbito da demonstração da qualidade inigualável deste produto; com isto corremos o risco de outros “negociarem” a transacção deste produto com a população alvo de uma forma mais eficaz.

A vocação de orientação da Pessoa para hábitos de vida saudáveis ou na adaptação a processos de vida ou doença, por exemplo, não é aproveitada de forma consentânea com o seu potencial de divulgação ou difusão. Até agora os Enfermeiros não souberam demonstrar a mais-valia para as Pessoas que aderirem a esta modalidade de cuidados, nem a sua qualidade. Os Enfermeiros não têm ainda desenvolvida a capacidade de criarem uma imagem atractiva através da qual possam apresentar o seu “produto” à sociedade, não obstante a inegável qualidade do seu conteúdo.

Para isso os enfermeiros necessitam de se aglutinar em corporações ou pequenas empresas produtoras de produtos de saúde, costumizáveis, necessários e desejáveis. A multiplicação de pequenos pólos de prestação de cuidados de Enfermagem de cariz liberal melhora amplamente a distribuição do nosso produto, mormente no actual cenário de transferência das responsabilidades do SNS para o sector privado.

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Nos EUA assiste-se já a uma grande estruturação da oferta de produtos da Enfermagem, corporizada na forma de Empresas de serviços de Enfermagem, com uma imagem própria e um grande portfólio de modalidades de prestação desses mesmos serviços A substituição de termos provectos que designam alguns tipos de cuidados por um novo glossário mais actual pode ser também o esteio para a divulgação do que fazemos. Por exemplo, o enfermeiro pode-se assumir como um “health advisor ou “health personal trainer”, a educação para a saúde importar as premissas de “coaching” em voga no campo da gestão sendo convertida em “health coaching”, sendo que estes conceitos devem ser publicitados, porque não, com as devidas adaptações, através dos meios normais de publicitação de um produto. Esse encargo estaria sob a alçada de associações de promoção da Enfermagem e das próprias entidades produtoras de vários tipos de cuidados de Enfermagem.

É mandatório criar no utente a necessidade consciente de cuidados de Enfermagem, levando-o a procurar ou adquirir de forma intencional o seu produto que reconhece como de qualidade e necessário.

Mesmo ao nível da Enfermagem institucional, a costumização do papel do Enfermeiro às demandas particulares da mesma é capital; para isso é necessário fugir das interpretações puristas da natureza da Enfermagem, seguindo por um caminho ao nível da definição daquilo que são as competências do Enfermeiro que se compagine com aquilo que são as necessidades do mercado onde queremos penetrar. Não quer isto dizer que se defende um processo de descaracterização da profissão mas sim um alargamento centrípeto dos contextos de intervenção da Enfermagem em torno do núcleo nativo de definições fundamentais caracterizadores da profissão.

Concluindo, a Enfermagem tem de responder com vigor ao desafio que se coloca em termos de promoção dos cuidados que produz. Em parte esse esforço passa por adoptar as premissas ensinadas pelos princípios do marketing no intuito de criar uma imagem actual para o serviço que presta. Não quer isto dizer que se deve transformar o que fazemos num negócio, mas sim dar uma nova visibilidade do que fazemos á sociedade. Muitos produtos de várias naturezas devem a sua expansão comercial com a criação de estratégias promocionais cuidadas e direccionadas; Veja-se o caso dos sabonetes portugueses, da Ach Brito já centenários mas que devido a uma revitalização operada por uma campanha promocional bem direccionada são já internacionalmente considerados produtos de prestígio e de qualidade, que todos querem ter.

Vivemos numa sociedade onde imperaram os “sound bites” e as “imagens de marca”, onde quase tudo é passível de consumo e transacção, onde as escolhas são determinadas pelo contributo anunciado de cada produto para a prossecução de um plano de vida global que é influenciado por padrões de necessidades pré-determinadas pelos modelos sociais.

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 Por isso é necessários que passemos de uma “Enfermagem produto genérico” para umaEnfermagem produto de marca”.

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Espanha Alicia Enfermeiros de Portugal…

Posted on June 24th, 2008 in Ordem Enfermeiros by Lifepassenger
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O estudo da Ordem dos Enfermeiros (OE), que ficou concluído em Abril deste ano, mostra que

trabalham em Portugal 2.135 enfermeiros estrangeiros, mais de 60% dos quais espanhóis. Em segundo lugar, surgem os profissionais brasileiros, mas a larga distância dos provenientes de Espanha.O pico máximo de estrangeiros a trabalhar em enfermagem foi atingido em 2004 (com 2.402 profissionais), mas desde então verifica-se uma tendência para a diminuição, “aparentemente constante”.

Esta realidade é, segundo a análise, “reflexo praticamente exclusivo do número de enfermeiros espanhóis”.

Verifica-se uma diminuição considerável do número de enfermeiros estrangeiros que anualmente entram em Portugal, o que revela uma redução da sua atractividade. Kenny O fenómeno é explicado pela actual dificuldade em ingressar de forma activa no mercado de trabalho”, concluiu o estudo da OE.

Após esta Conclusão ouvimos ainda as reportagem que passaram hoje na Sic, Ficamos elucidados :

  Krippendorfs Tribe

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The Sixth Sense movie

Ouija dvd

Salário em Espanha é 600 euros mais alto e há mais vagas ;

   —Melhores Condições de Trabalho;

    —Carreira que inclui possibilidade de subida Remuneratoria e de Carreira.

     —

Jezebel dvdrip

Excesso Formativo quando comparamos as vagas que o Governo abre para os Recem-Formados e o número de Formados em Enfermagem.

Reportagens : Waking Life film

Reportagem 1

Espanhóis regressam ao seu país, que começa também a ser procurado por portugueses

Reportagem 2

Enfermeiros Salário em Espanha é 600 euros mais alto e há mais vagas

Podem Comentar e reenviar esta noticia aos colegas para que estejamos alerta! A negociação da Carreira é agora temos que nos mobilizar e estar atentos e no dia 10 de Julho os Enfermeiros tem que ser noticia outra vez (cliquem aqui)

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Enfermeiros e Médicos Espanhois fogem de Portugal

Posted on June 17th, 2008 in Noticias de Saúde by Vera Carvalho
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TRON video “As unidades de saúde de Portugal integram actualmente cerca de 1.800 médicos download For a Few Dollars More movie e 1000 enfermeiros

espanhóis,

desde 2005, após ter sido registado “um grande boom” nos anos anteriores. Quando comparamos estes números com os anos de “2003 e 2004 onde registou-se o “pico” de profissionais de saúde espanhóis a trabalhar em Portugal, com 2.400 médicos e mais de 1.500 enfermeiros”, verificamos que houve uma Fuga para Espanha destes profissionais.

Jui kuen II download download Vanishing Point Actualmente, a tendência é o regresso dos espanhóis ao seu país e a redução na procura de trabalho em território luso por parte dos mesmos. ” (Fonte Correio da Manha)

Deixamos a Pergunta “quais os motivos para esta fuga de Enfermeiros e Médicos Espanhóis ?

  1. Diminuição das condições de trabalho, Badland full movie

  2. Excesso de horas de trabalho,

  3. Remunerações baixas ,

  4. Contratos precários ??

  5. Melhor Organização Institucional?

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  6. (…) Deixem a vossa Opinião!!

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    Passchendaele download
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Confusão Geral entre Fnam e Ministra da Saúde

Posted on June 16th, 2008 in Noticias de Saúde by Lifepassenger
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Hospitais não devem pedir exames aos centros de saúde (FNAM)

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Stay Tuned video

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) afirmou esta segunda-feira que os hospitais não devem pedir exames aos centros de saúde, defendendo que esta prática prejudica o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e sobrecarga os médicos de família.

O dirigente da FNAM Bernardo Vilas-Boas acrescenta “É um problema antigo que gera descontentamento nos médicos de família e que não tem solução apesar das inúmeras reclamações e protestos que têm sido realizados nos últimos anos”, afirmou o dirigente, criticando ainda o subaproveitamento do “equipamento tecnológico que está instalado nos hospitais e que, em muitos casos, funciona apenas numa parte do dia”. (Fonte: Correio da Manha )

Ministra Ana Jorge diz que encaminhamento para centros de saúde pode ser benéfico The Ten Commandments movie

The Easter Egg Adventure dvd

Para a ministra, o encaminhamento para os centros de saúde desses doentes é justificável até porque desta situação pode resultar um benefício para os utentes.«Se os exames tiverem que ser feitos não naquele dia em que o doente está no hospital e este morar muito longe do hospital, tendo que trazer os exames na próxima consulta, não faz sentido porque sai mais caro ao Serviço Nacional de Saúde que o doente se desloque ao hospital para fazer os exames», afirmou Ana Jorge. (Fonte TSF)

Parece que andamos a discutir o “sexo dos anjos”. Ora colocando-me na posição do utente The Human Face e não como profissional de saúde, a minha maior preocupação é saber quanto tempo demora para ser atendido/operado… Estes discursos Opostos revelam algo da Confusão que parece imperar que aliados com jogos de interesses que se desenrolam nos Bastidores dos utentes temos causa para os atrasos nas consultas, Cirurgias…

How to Make an American Quilt ipod Down to You trailer

Sugestão porque não Funcionarmos com o Modelo do Hospital Pedro Hispano onde O Hospital Central gere (quer em recursos financeiros como de Pessoal de Saúde) também os centros de Saúde em seu redor.

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DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA A DOR – 14 DE JUNHO

Posted on June 14th, 2008 in Ordem Enfermeiros by Vera Carvalho
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A propósito do Dia Nacional de Luta Contra a Dor – que se celebra hoje, 14 de Junho – a Ordem dos Enfermeiros (OE) lançou ontem de manhã, no Hospital de São João, o primeiro número da Série I dos «Cadernos OE», intitulado «Dor – Guia Orientador de Boa Prática». Recorde-se que o Hospital de São João foi pioneiro no País na criação de uma Consulta da Dor (há quase 16 anos) que mais recentemente evoluiu para Unidade da Dor.Para todos os Enfermeiros interessados neste guia a Ordem dos enfermeiros disponibiliza a versão integral do documento para Dowload na Área Reservada do Site.

Organizado em quatro capítulos, «Dor – Guia Orientador de Boas Práticas» pretende contribuir para a qualidade do desempenho profissional dos enfermeiros através de uma prática orientada e sistemática.

Nele consta uma abordagem ao conceito de dor e ao papel do enfermeiro, os princípios centrais orientadores da prática de cuidados à pessoa com dor, cuidador principal e família, as recomendações para a prática profissional nas áreas da prestação de cuidados, da formação e das políticas organizacionais, bem como um algoritmo de actuação de Enfermagem no controlo da dor.

Nesta visita estiveram presentes a Enf.ª Maria Augusta Sousa (Bastonária), a Enf.ª Lucília Nunes, (Presidente do Conselho de Enfermagem da Ordem dos Enfermeiros), Enf.º Germano Couto (Presidente da Secção Regional do Norte da Ordem dos Enfermeiros), a Enf.ª Filomena Ferreira, membro do grupo que elaborou o guia, e a Enf.ª Euridice Portela, Enfermeira Directora do Hospital de São João, entre outros…(Fonte O.E)

Ontem foi ainda possível Ouvir na Radio Clube uma declaração da Sr.ª Enfermeira Lucilia Nunes sobre este dia Nacional da Dor e a importância dos Enfermeiros enquanto membros de uma equipa multidisciplinar. (aguardamos que o Radio Clube disponibilize o Áudio)

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O País Parou estamos no Euro 2008

Posted on June 11th, 2008 in Vida Real by Lifepassenger
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Por

tugal

The Core ipod

In the Loop release

ganha à República Checa por 3-1. O País rejubila grita e esquece maus tempos! O jogo de Hoje foi sofrido mas a Vitoria merecida Deception ipod . Tivemos alguma ajuda divina em alguns lances, sobretudo naquelas saídas fora de tempo do Ricardo!

Bare Witness dvdrip

American Outlaws on dvd

Bem ao menos temos um Vídeo da Campanha da Galp lindo, mas se os combustíveis continuam a aumentar a este ritmo a parte em que os Portugueses empurram o Autocarro será mesmo Verdade!

Em nota final

Dont Be a Menace to South Central While Drinking Your Juice in the Hood film

a Noticia de que a

A ANTRAM acaba de concluir um acordo com o Ministério de Mário Lino.

Estão pois abertos os cordões das bolsas dos contribuintes, e avança-se para a recompensa da chantagem e do crime. Serão os ventos eleitorais? O défice, os gastos da saúde e das contas públicas são passado?

Ao menos resta-nos Tentarmos ser Campeões Europeus

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Horário de Trabalho Aumenta ??

Posted on June 10th, 2008 in Vida Real by Lifepassenger
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Segundo o compromisso alcançado pelos ministros europeus do Emprego, a semana de trabalho de 48 horas

download Trancers

, já contemplada na legislação comunitária, continua válida, mas, em casos excepcionais, a duração máxima de trabalho semanal passará a poder chegar às 60 ou 65 horas Full Frontal ipod , se os trabalhadores aceitarem ou em caso de acordo colectivo.

Hollywood North ipod

No entanto Segundo  o Ministro do Trabalho Vieira da Silva, não se prevêem alterações na organização do tempo de trabalho em Portugal. Será que não ???

Murder Rooms: The Dark Beginnings of Sherlock Holmes full movie

Depois ainda ouvimos alguns políticos ficarem “preocupados” Charlie Wilson’s War rip

Operation Petticoat full movie
Black Irish dvd

Planet of the Apes rip com a noticia que refere que “mais de 11.600 funcionários públicos vão reformar-se nos primeiros sete meses White Chicks download

download The Ugly Dachshund

deste ano, mais 4,5 por cento do que o registado em igual período de 2007, segundo a lista de aposentados hoje publicada em Diário da República.”(Fonte Lusa)

Será que esta Fuga ocorre porque cada vez os trabalhadores se sentem motivados para trabalhar?

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Ordem dos Dentistas Contra excesso Formativo…

Posted on June 8th, 2008 in Vida Real by Vera Carvalho
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Sweet and Lowdown download

Charlies Angels dvd

A Ordem dos Médicos Dentistas pondera restringir o acesso à profissão por falta de saída profissionais.

Todos os anos saem das faculdades portuguesas 600 médicos dentistas buy Trancers . Muitos emigram para o Reino Unido à procura de emprego.

Winnie the Pooh and a Day for Eeyore ipod

Orlando Monteiro da Silva, bastonário da Ordem, diz que a solução passa por reduzir as faculdades de Medicina Dentária.

Depois da audiência com o Presidente da República, a Ordem espera que o Ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, tome medidas para travar esta situação.

A Ordem dos Médicos Dentistas reuniu-se hoje com Cavaco Silva para falar sobre o alargamento dos cheques dentista e a dificuldade de emprego na profissão. “ (Fonte : Radio Clube) Symphony Hour release

Para Ouvirem a Entrevista do Bastonário da Ordem dos Dentista Cliquem Aqui

Penso que as Ordens Profissionais começam a consciencializar-se que o excesso na formação muitas vezes não traz acréscimo Qualitativo na Profissão, pelo contrário. Sobretudo se os futuros formandos não exercerem simplesmente porque o mercado está lotado destes profissionais.

Rick download A prática auxilia o caminho Portal move para que o estudante se torne um bom o profissional, deste modo e transpondo esta noticia para a nossa profissão, parece que temos todos a mesma linha de pensamento. Restringir as vagas é necessário. A questão é como !!! Cabe aos Governos e Ordens profissionais arranjar uma solução. Para os Enfermeiros aguardamos a aprovação politica do Modelo de Desenvolvimento Profissional. Numa altura em que as Carreiras estão a ser discutidas parece-me como imperativo que sejam já discutidas à luz desta proposta.

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Isto porque a formação académica e profissional ( que acarreta um investimento profissional e pessoal) e que traz acréscimos à qualidade dos cuidados deverá e terá que ser remunerada como tal. Exemplo disto são as Especialidades em Enfermagem… Temos Enfermeira(o)s Especialistas como as Parteiras que exercem em Salas de Parto como especialistas, mas não Auferem como tal!

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Resultados do 5º Torneio de futsal Inter-Hospitalar.

Posted on June 7th, 2008 in Vida Real by Lifepassenger
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No Pavilhão Municipal de Vila D’ Este decorreu no passado próximo dia 31-05-2008, entre as 15H e as 18 Horas a Final

Raising Helen move do Torneio de futsal inter-hospitalar. Pelo Segundo ano consecutivo os Campeões Jake’s Closet release foram o Centro Hospitalar de Gaia Hollywood Hotel video , (onde trabalhamos) , tendo ganho por 4-3

à equipa de STª Mª FEIRA. No final houve ainda lugar para um bom jantar e um salutar convívio!

Estejam atentos ao 6º Torneio que irá ser organizado (esperamos) e inscrevam-se! Ver blog http://futsalhospitalar.blogspot.com/ ou aqui no Cogitare em Saúde as datas de inscrição!

Por isso e porque conhecemos muitos destes amigos que foram Campeões deixamos a Homenagem!

Parabéns e para a ano venha o Tri! The Assassination of Richard Nixon film

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Cat People video

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