Artigo Opinião Especialidades Em Enfermagem
colegas que nos pedem informações via mail sobre qual a especialidade a tirar e sobre qual o futuro a seguir.Em suma as actuais especialidades são incompletas pois não contemplam a prática e o saber especifico do trabalho em Enfermagem, e isto terá que ser revisto. Neste sentido e para alargar ainda mais a visão dos Enfermeiros sobre o Panorama de trabalho e das Especialidades fora de Portugal decidimos publicar o artigo de Opinião que se segue.

2. Trabalho
3. Hemodinâmica
4. Educação Continuada
5. Dermatologia
6. Traumato-ortopedia
7. Unidade de Esterilização
8. Psiquiátrica
9. Saúde Mental
10. Cardiovascular
11. Endoscopia
12. Home-Care
13. Oftalmologia
14. Oncologia
15. Centro-Cirúrgico
16. Estomaterapia
17. Nefrologia
18. Auditoria
19. Unidade de Tratamento Intensivo
20. Gerenciamento
21. Nutrição Parenteral
22. Terapias Naturais
23. Neonatologia
24. Pediatria
25. Ginecologia
26. Saúde de Família
27. Saúde Coletiva
28. Gerontologia e geriatria
29. Endocrinologia
30. Aero-espacial
31. Informática
32. Diagnóstico por Imagem
33. Emergência
34. Clínica Cirúrgica
35. Clínica Médica
36. Atendimento Pré-Hospitalar
37. Infecção Hospitalar
2.Behavioral health nursing
3.Burn nursing
4.Camp nursing
5.Cardiac nursing
6.Cardiac catheter laboratory nursing
7.Case management
8.Certified Managed Care Nurse
9.Clinical nurse specialist
10.Clinical research nurse
11.Community health nursing
12.Correctional nursing
13.Critical care nursing
14.Developmental disabilities nursing
15.District nursing
16.Emergency nursing
17.Environmental Health nursing
18.Flight nursing
19.Forensic nursing
20.Gastroenterology nursing
21.Genetics nursing
22.Geriatric nursing
23.Health visiting
24.Hematology oncology nursing
25.HIV/AIDS nursing
26. Home health nursing
27.Hospice nursing
28.Hyperbaric Oxygen Therapy Nursing
29.Intavenous therapy nursing
30.Infectious disease nursing
31.Legal nursing
32.Legal Nurse Investigator
33.Maternal-child nursing
34.Matron
35.Medical-surgical nursing
36.Military and uniformed services nursing
37.Neonatal nursing
38.Neuro-surgical nursing
39.Nurse anesthetist
40.Nurse-midwife
41.Nurse practitioner
42.Nursing educator
43.Nursing informatics
44.Nursing management
45.Obstetrics gynecology nursing
46.Occupational health nursing
47.Oncology nursing
48.Operating room nursing
49.Orthopaedic nursing
50.Ostomy nursing
51.Pain management and palliative care nursing
52.Pediatric nursing
53.Perianesthesia nursing
54.Perioperative nursing
55.Plastic and reconstructive surgical nursing
56.Private duty nursing
57.Psychiatric or mental health nursing
58.Public health
59.Pulmonary nursing
60.Quality improvement
61.Radiology nursing
62.Rehabilitation nursing
63.Renal dialysis nursing
64.Renal nursing
65.Research
66.School nursing
67.Sub-acute nursing
68.Substance abuse nursing
69.Surgical Nursing
70.Telenursing
71.Telemetry nursing
72.Telephone triage nursing
73.Transplantation nursing
74.Trauma nursing
75.Travel nursing
76.Urology nursing
77.Utilization management
78.Wound care
2.Case Management

3.Comunity Health
4.Correctional
5.Critical Care
6.Dental
7.Developmental Disability
8.Diabetes
9.Domiciliary
10.Emergency
11.Evidenced Based
12.Flight
13.Forensic
14.Geriatrics
15.Informatics
16.Legal Nurse Consultant~
17.Management
18.Midwifery
19.Military
20.Neonatal
21.Nephrology, Dialysis & Transplant
22.Neuroscience
23.Nursing Assistants
24.Obstetrics/Ginecology
25.Occupational Health
26.Oncology
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27.Orthopedic
28.Paediatrics
29.Palliative Care
30.Perioperative
31.Practitioners
32.Prescribing
33.Psychiatric
34.Rehabilitation
35.Research
36.Respiratory
37.School Nursing
38.Telephone Triage
39.Transplantation
40.Veterinary
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41.Wound Care
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2.Saúde da Criança e do Jovem
3.Saúde do Adulto
4.Saúde do Idoso
5.Saúde Mental
6.Pessoa em Situação Crítica
7.Reabilitação
8.Saúde Familiar
9.Saúde Pública
Gostava de reflectissem e dessem a vossa opinião. Acham que esta remodelação das especialidades em Portugal vem beneficiar alguma coisa?? Tudo se torna ge
nérico da mesma forma… na minha opinião isto é brincar com conceitos…
Até percebo a vontade em tentar articular o modelo conceptual da enfermagem pelas necessidades mas este caminho, na minha modesta opinião, não nos vais levar a lado nenhum.
Penso que uma especialidade deve ser orientada para a prática/especificidade dos serviços e não para a teoria. Ser especialista nasce de uma prática em determindo serviço. Por exemplo, se trabalho no bloco operatório os meus conhecimentos são totalmente diferentes de alguém que trabalha na urgência. Mas em termos de especialidade seria a mesma. O que define que esses dois profissionais são realmente especialistas a cuidar de doentes críticos se o tipo de utentes é bem diferente??
Revenge of the Creature download
Talvez esta visão generalista
. Mas outros exigem muita competência e conhecimentos: o bio e a técnica. Até podemos generalizar a estruturação das especialidades na vertente psico-social mas se corremos o risco de as generalizar na vertente bio e técnica estamos a permitir e perpetuar a mediocridade científica de uma classe.
Mas esta é apenas a minha modesta opinião… Gostava de um feedback dos leitores…
Double Jeopardy trailer Até pode ser que mude de ideias….Até gostava que alguém conseguisse mudar a foma como penso esta temática… Fonte (Enfermagem-PT, por: Enfº Fábio Gonçalves)















on June 12th, 2009 at 01:22
A organização por serviços de especialidade da área de Medicina não beneficia em nada o desenvolvimento profissional dos enfermeiros. Temos que ter especialidades nas áreas de saber em Enfermagem e o exemplo que deu do especialista no B.O. pode ser exactamente o mesmo da Urgência, já que a intervenção é ao doente em situação crítica. Isto permite que os enfermeiros possam prestar cuidados em mais do que um serviço de especialidade médica e isso é que fez com que fosse respeitada a competência dos enfermeiros portugueses em todos os países para onde colegas nossos têm emigrado, ao longo dos tempos.
É demasiado limitativo quando se especializam enfermeiros que só possam prestar serviço num único serviço. Até mesmo para o próprio enfermeiro é benéfico o conhecimento e o exercício em situações e condições diversas.
on June 12th, 2009 at 01:22
Mas o facto de tirar uma especialização não limita o enfermeiro em nada. Ele tem os conhecimentos gerais só que em determinada área é especialista.
Agora se eu disser que sou especialista em saúde do adulto,sou especialista em quê concretamente….
on June 12th, 2009 at 01:23
Por este andar nunca vou tirar a especialidade que quero, vai ser esperar e esperar…andamos mais lentos que um caracol.
E as especialidades que existem é quase vira o disco e toca o mesmo
on June 12th, 2009 at 01:23
Só que só deve ser remunerado como especialista se estiver a exercer essa área de especialidade. Sendo especialista em saúde do adulto é especialista em saúde do adulto(ponto). Se for especialista em doenças respiratórias, ou ortopedia ou mesmo em doenças renais não pode exercer em qualquer serviço e portanto não pode ser remunerado como tal. As administrações serão cada vez mais economicistas e só porque eu gostaria de ser especilista nas unhas dos pés vou ter que trabalhar sempre para toda a vida em podologia, senão não ganho como especialista.
on June 12th, 2009 at 01:29
Transcrevemos alguns dos comentários que surgiram no enfermagemPt.
Espero que este tema seja de ampla discussão pois merece essa atenção.
Pessoalmente concordo que as Especialidades no actual molde são um modelo caduco e que precisa urgentemente de revisão.
Para tal a Ordem terá em mãos um trabalho de certificação de competências e de reconhecimento de conhecimentos, saberes e práticas especificas em cada área de saber da profissão e ciência.
Claro que corremos o risco de nos tornarmos demasiado “específicos” mais que alternativas há ?
Temos outros modelos externos com provas dadas e temos na prática clínica a necessidade de se ter um enfermeiro treinado e com conhecimento em determinada área nesse serviço. Mas na formação e na carreira isso não vigora !
Agora quais as especialidades isso é outra discussão que gostarei de acompanhar e sugerir !
on June 12th, 2009 at 10:41
Para saber quais as especialidades que devem estruturar a profissão, devemos pensar em várias vertentes:
O MDP contempla 5 dimensões de competências do enfermeiro especialista. Competêcias comuns do enfermeiro especialista (são 4 dimensões – deontologia e pratica legal, melhoria continua da qualidade, gestão dos cuidados e aprendizagens profissionais) e uma dimensão de competências espacífica (prestação de cuidados).
Assim o que vai diferenciar os especialistas em termos de perfil é sobretudo o saber e a intervenção diferenciada da sua especialidade.
Há outras competências acrescidas, além das clínicas especializadas. Essas não definem uma especialidade só mas são áreas com conhecimento próprio e que deverá ser averbado à cédula profissional. No meu ver, por exemplo a nutrição, estomaterapia, terapias alternativas etc…
Mas como se distingue que um quadro de competências configura a estruturação de uma especialidade ou é um campo de competência acrescida???
É uma questão de lógica ou uma questão de dinâmica dos profissionais que defendem essa área?
As duas… não esperem que haja iluminados na OE ou em qualquer outro lugar, que tenham um conhecimento supremo do conjunto da profissão e das necessidades dos cidadãos.
Na minha opinião, é trabalhando colectivamente em moldes associativos de forma a preencher os seguintes requisitos que a OE publica no documento LINK
Para o reconhecimento de especialidades e decorrente do trabalho realizado, o Conselho de
Enfermagem, define desde já, o conjunto de critérios que a seguir enuncia:
???? Respeita os referenciais da profissão promovendo um exercício profissional
congruente com a conjuntura actual do conhecimento na Disciplina de Enfermagem,
numa perspectiva de contínua expansão e aperfeiçoamento;
???? Circunscreve um domínio específico de Enfermagem;
???? Responde a fenómenos de Enfermagem comuns e/ou recorrentes de um grupo-alvo
no sentido de obter ganhos em saúde;
???? Configura uma estratégia para a promoção da qualidade dos cuidados de
Enfermagem;
???? O alvo de intervenção está definido de acordo com o Modelo de individualização
aprovado e o campo de intervenção não coloca em risco de fragmentação da
profissão e/ou limita o desenvolvimento da mesma;
???? O âmbito de intervenção profissional do enfermeiro especialista é delimitado pelo
campo e respectivas áreas de intervenção;
???? O campo de intervenção demarca o espaço de actuação profissional do enfermeiro
especialista atenuando a sobreposição entre especialidades;
???? O campo de intervenção responde simultaneamente à coexistência de necessidade e
de solicitação em cuidados Enfermagem especializados;
???? Potencia o exercício profissional autónomo na área de especialidade.
A partir dos critérios perspectiva-se a construção de uma matriz de validação que suporte a
decisão do Conselho de Enfermagem no reconhecimento das especialidades de
Enfermagem.
on June 12th, 2009 at 17:23
Por favor Divulguem.
Esta Petição
Assinatura on line pelo hospital de Ponte de Lima, para a manuntenção da Medicina Interna e Racio de Enfermagem
Por favor assina e Divulga
O link é este : http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=PTL2009
Obrigado
on June 12th, 2009 at 18:35
bom artigo sim… desconhecia essa realidade nos outros países.. realmente os enf portugueses são mesmo muito bons.
Ai este país… e… não querendo estar sempre a culpar o mesmo: será que a nossa Ordem não poderia olhar também para isto?
enfim… até posso estar errado.. mas força aí.
on June 12th, 2009 at 19:13
E os Sindicatos também ou a carreira não esta na mesa
on June 12th, 2009 at 23:23
Há umas semanas atrás, em conversa com um colega ele disse-me que o pensamento dos enfermeiros portugueses é divergente em vez de convergente, querendo saber de tudo um pouco em vez de afunilar o seu saber e de se especializar sobre uma determinada área mais específica. Vem de encontro à questão das especialidades, segundo o que o autor deste artigo de opinião refere, deverá existir um maior afunilamento do saber, especificando-se consoante as necessidades do serviço. Trabalhando num serviço de bloco operatório até posso concordar, nomeadamente na especialização nas áreas de anestesia e instrumentação, no entanto tenho algumas reservas quanto aos efeitos de tamanha especialização, será que não estariamos a afunilar demais e a ignorar os modelos holísticos em enfermagem?
Fica lançada a questão…
Sérgio e Vera, obrigado pelo apoio demonstrado no meu blogue, andei longe destas lides porque estive de férias e sem internet durante algum tempo, no entanto estou de regresso
Um abraço e fiquem bem;)
on June 13th, 2009 at 01:19
1. Com tantas especialidades, sobreponíveis às especialidades médicas,e organizados de acordo com o poder/saber médico, vamos apenas ter uma enfermagem modelada/subordinada ao conhecimento médico.
O que precisa de saber um enfermeiro de urologia que seja diferente da oftalmologia? Claro, são doenças diferentes… precisa saber patologia. E os cuidados de enfermagem? ah! num é preciso saber fazer algaliações e no outro colocar adequadamente os colírios…(LOL) Não será a administração terapêutica, qualquer que seja, uma competência básica e enfermagem ?
2. Muitas das “especialidades” referidas não são de facto especialidades. Como matron ou research… onde foi buscar a lista?
3. Já agora, quem quer ser especialista em “Diagnóstico por Imagem”? isto é enfermagem?
Cumprimentos
on June 13th, 2009 at 01:24
O problema é que se não tivermos especificidade o mercado de trabalho não se compadece disso e nos somos irrelevantes.
Prefiro especificidade que nada.
on June 14th, 2009 at 02:21
Penso que mais cedo ou mais tarde tenderemos a evoluir as especialidades no sentido em que actualmente evoluíram algumas das associações de enfermagem.
Isto porque estas perceberam que tinham conhecimentos específicos em determinada área do saber em Enfermagem e sentiram a necessidade de defender os seus saberes e actuações.
on June 14th, 2009 at 15:27
A questão de fundo é que os enfermeiros NÃO são polivalentes, como muitos querem fazer crer. Também não podemos dissociar o saber clínico da “especialidade” onde desempenhamos as nossas funções do saber de enfermagem, antes temos de conseguir conciliar ambos e aproveitar esses conhecimentos para construir uma base sólida.
Não podemos ser tão ambiciosos (arriscaria mesmo dizer, obtusos) a pensar que só vamos exercer enfermagem autónoma, não é isso que se passa na realidade, mas não é de todo uma forma de subserviência como alguns prontamente se apressam a dizer. Trabalhamos com outras classes profissionais em prol do doente e vejo-os como meus pares nessa missão. Partilhamos informação e tomamos decisões conjuntas sobre o doente. Mas para atingir este nível de cooperação é preciso demonstrarmos que estamos à altura, é preciso que tenhamos conhecimentos profundos sobre a área (“especialidade”) onde desempenhamos as nossas funções, ao invés de querer saber de tudo um pouco.
E já que o SNS está organizado por áreas médicas, então porque não adoptarmos nós próprios o mesmo modelo de especialidades? (Para os mais acérrimos defensores dos modelos de enfermagem, isto NÃO implica adoptar o modelo biomédico).
Como enfermeiro do serviço de Nefrologia, os conhecimentos específicos que tenho vindo a adquirir ao longo dos anos, são de facto na área da nefrologia e do doente com patologia renal e não de oftalmologia ou cardiologia ou outra especialidade qualquer.
on June 17th, 2009 at 14:59
Eu as vezes dá-me vontade de chorar.
Parece ser que os enfermeiros se vao especializar em idades. bom eu ja tive a oportunidade de dizer a essas pessoas da Ordem que os serviços do hospital nao estao organizados assim.
Existem serviços de urgencia , BO, UCI, serviços de medicina e cirurgia , ortopedia consulta externa etc etc….
E estes iluminados falam em especilista em adulto, idoso, criança, tenham paciencia.
As especilidades sao por si só redutoras, um especialista é alguem que sabe muito de algo mais especifico. mas claro na enfermagem toca a inventar . O que quer dizer especilista no adulto…. eu digo-vos: NADA. Nao quer dizer nada.
devia haver especialidades em Urgencistas, bloquistas, intensivistas, espevilista na consulta externa , na medicina interna e na cirurgia . Isso sim seriam especialidades, nas quais os colegas se podiam rever…
Pensem nisso…
on June 18th, 2009 at 00:14
Que raio de especialidade é esta? “Saúde do Adulto” estão a gozar comigo? isto é uma generalidade?Está tudo louco?
on June 18th, 2009 at 17:17
Vamos aprovar o MDP para depois pensarmos em novas especialidades, que serão possiveis, basta propor e vota-las!