
Como sabem, temos sido defensores entusiásticos do
Modelo de Desenvolvimento Profissional preconizado pela Ordem. E este é o momento em que se debatem argumentos,
e há muito ruído e contra-informação sobre esta iniciativa politico-profissional, pois estamos num
período de discussão pública irá permitir o enquadramento legal adequado para o MDP. Willard video
Para quem quiser consultar o documento da alteração estatutária, e dar o seu contributo para a discussão pode ir directamente
ao site da Assembleia da República Clique AQUI (LINK). O Período de discussão pública
termina SEXTA-FEIRA 12 DE JUNHO.
É
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fundamental expressarmos o nosso apoio individual ou em nome das nossas ass
ociações profissionais, pois OS QUE SÃO CONTRA JÁ FIZERAM CHEGAR AO PARLAMENTO A SUA POSIÇÃO
.
Por isso e face a recentes rumores e pressões de alguns sectores, não conseguimos ficar impávidos e serenos e permitir que a vontade de
SECTORES MINORITÁRIOS em Enfermagem
, determinem o futuro da maioria, por isso o
COGITARE associa-se a esta iniciativa:
Pedíamos
aos autores de blogs e sites de Enfermagem e a todos os nossos Leitores
que divulguem esta Petição Duplex buy e que assinem a mesma, tal como nós!
Porque acreditamos que o internato em Enfermagem pode ser já uma realidade em 2010 nós já assinamos.
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16 comments
Nuno says:
June 10, 2009 at 03:00 (UTC 1 )
Deixo o que petição diz para quem quiser ler. Assinem pois os professores das escolas já se moveram.
Foi do nosso conhecimento a apreciação pública da Proposta de Lei 268/X/4ª que procede à primeira alteração ao Estatuto da Ordem dos Enfermeiros, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 104/98, de 21 de Abril.
Gostaríamos de manifestar o nosso apoio a esta iniciativa legislativa. Nesse contexto, apraz-nos explicitar o seguinte:
- A Assembleia Geral da Ordem dos Enfermeiros discutiu e aprovou a presente Proposta de Lei, onde como membros da Ordem manifestámos a nossa maioritária concordância com a mesma, em Maio de 2007, com os 2/3 que os estatutos exigem para uma alteração estatutária;
- As alterações contempladas nesta proposta irão permitir que o desenvolvimento profissional dos enfermeiros seja promovido através da verificação e certificação de competências por mecanismos de regulação mais consentâneos com as exigências de um sistema de saúde eficiente, eficaz e célere em responder às necessidades dos cidadãos.
- A individualização das especialidades em Enfermagem, devem responder às alterações e novas necessidades em saúde. As alterações estruturais do Conselho de Enfermagem permitirão adequar a resposta da organização.
Os percursos individuais de formação e desenvolvimento profissional devem corresponder àquilo que a sociedade exige da profissão, colmatando as áreas prioritárias de intervenção apontadas pelas políticas de saúde.
- Esta alteração estatutária viabiliza um conjunto de soluções integradas num Modelo de Desenvolvimento Profissional (MDP) centrado na prática clínica dos enfermeiros.
- Esta proposta trata da regulação, exercício e desenvolvimento da profissão, por isso não entendemos posições contrárias que reflectem estas alterações fora do contexto do exercício profissional.
Os enfermeiros são o maior grupo profissional do sector da saúde, e estão disponíveis, como sempre estiveram, para serem agentes activos da definição e operacionalização de políticas de saúde. Esta iniciativa legislativa proporciona as ferramentas para uma melhor adequação da profissão aos desafios que a sociedade nos coloca.
Nós, enfermeiros, docentes e estudantes de Enfermagem, congratulamo-nos com esta iniciativa e esperamos a sua aprovação por todos os grupos parlamentares.
Anonymous says:
June 10, 2009 at 03:06 (UTC 1 )
Boa iniciativa quem é que a iniciou?
Vania says:
June 10, 2009 at 03:31 (UTC 1 )
Assinado já
Anonymous says:
June 10, 2009 at 11:17 (UTC 1 )
O facto de alguns professores terem feito isto revela que não tiveram o sentido civico de aceitarem uma decisão que foi feita em assembleia geral por todos os enfermeiros.
Anonymous says:
June 10, 2009 at 15:22 (UTC 1 )
Já assinei.
Anonymous says:
June 10, 2009 at 16:52 (UTC 1 )
Força Enfermeiros Portugueses! Não será uma minoria “cega”, quepor
á em causa o futuro desenvolvimento profissional
Anonymous says:
June 10, 2009 at 16:54 (UTC 1 )
Os Docentes de Enfermagem somente pensam no seu emprego e “boa vida”. Com professores destes, não precisamos de mais inimigos para a Enfermagem
Anonymous says:
June 10, 2009 at 16:57 (UTC 1 )
Vamos criar uma Onda de Apoio em torno da Alteração Estatutária da OE. Pelo nossos futuro e pela saúde dos nossos cidadãos. Aos detratores responderemos em força. É lamentável a falta de visão dos apelidados “docentes”.
Rodrigo says:
June 10, 2009 at 17:00 (UTC 1 )
Alguns docentes estão com o medo da mudança e porque os internatos colocam pela primeira vez uma avaliação na formação.
Muitos colegas actualmente na docencia temem pela seu emprego. Eu temo por Enfermagem e voces?
Anonymous says:
June 10, 2009 at 18:28 (UTC 1 )
Eu já enviei a minha assinatura e mandei via mail
Miguel
Lifepassenger says:
June 10, 2009 at 21:47 (UTC 1 )
Em suma sem regulação em que abrem-se escolas e vagas sem que a formação seja reconhecida e sem que a Ordem possa dizer quantos Enfermeiros tem a possibilidade de se formar (via Internato) nesse ano.
Com a aprovação do MDP teríamos tal como os médicos que aqui falam regulação do numero e da qualidade. Quanto à possibilidade de todos sermos especialistas isso sim é novidade pois também há possibilidade de que novas especialidades sejam criadas e isso criaria a necessidade no mercado de trabalho a que em determinados serviços só possa haver especialistas naquela área.
Mas se virem e estiverem atentos à actual negociação da carreira vão ver que muito do MDP está lá! Vejam o modelo de formação médico implementado … alguém têm dúvida de que não há confronto entre teoria e prática?
Eu já assinei e voces?
Jorge Diniz says:
June 11, 2009 at 01:36 (UTC 1 )
Se este modelo fosse implementado há 20 anos, aquando da integração do ensino de Enfermagem no ensino superior (no Governo de Cavaco Silva – PSD), como foi preconizado por alguns (eu incluído), hoje estaríamos muito mais desenvolvidos como grupo profissional AUTÓNOMO. Estou certo que teríamos adquirido PODER DE DECISÃO, sobretudo no que tange à decisão de internar e dar alta PARA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM.
Reparem que a maioria dos internamentos, em algumas especialidades, acontecem para que sejam prestados cuidados de Enfermagem.
Infelizmente só agora este modelo poderá ser implementado, mas mais vale tarde que nunca.
Anonymous says:
June 11, 2009 at 09:28 (UTC 1 )
O modelo tem que trazer também nova carreira senõa vais haver muitos problemas para a ordem, sindicatos e Governo.
Anonymous says:
June 12, 2009 at 16:57 (UTC 1 )
Assinei.
Assinem todos.
é o futuro da profissão que está em causa.
novo modelo formativo. novas especialidades. nova enfermagem.
anonimo says:
June 13, 2009 at 11:24 (UTC 1 )
O que os profs querem é tacho e continuar a “chular” os enfermeiros, para eles continuarem a fazer de conta que trabalham, passeando-se livremente sem que sequer passem nos locais de estágio dos alunos. Mas a mensalidade continua a ser paga mesmo durante os longos meses de estágio em que nós,os alunos, quase não passamos nas escolas.
É claro que se tem que justificar os 125 profs que por exemplo existem numa escola do Norte.
Assinem rápido a petição a ver se acabamos com esta vergonha e as escolas são redimensionadas á escala das necessidades e deixam de abrir vagas para futuros enfermeiros só para justificarem o elevado nº de profs que estão alocados ás escolas.
Anonymous says:
June 13, 2009 at 12:03 (UTC 1 )
Eu já assinei mas para a nossa ordem vai uma grande responsabilidade de regular as vagas , conseguem?