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	<title>Comments on: Transporte Gratuito para a Assembleia Geral Extraordinária de 23/11/2009</title>
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	<description>Blog de Enfermeiros que pretende “Cogitare” ou seja pretendemos “desenvolver um pensamento atento, reflectido e meditativo” em Saúde e sobre esta...</description>
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		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://cogitare.forumenfermagem.org/2009/11/16/transporte-gratuito-para-a-assembleia-geral-extraordinaria-de-23112009/#comment-21786</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:08:41 +0000</pubDate>
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		<description>Para os colegas que têm dúvidas:

As Secções Regionais disponibilizam transporte desde a SEDE DA SECÇÃO até ao LOCAL DA ASSEMBLEIA.
Como diz o &quot;Cogitare&quot; : para mais informações ir ao site da Ordem Enfermeiros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para os colegas que têm dúvidas:</p>
<p>As Secções Regionais disponibilizam transporte desde a SEDE DA SECÇÃO até ao LOCAL DA ASSEMBLEIA.<br />
Como diz o &#8220;Cogitare&#8221; : para mais informações ir ao site da Ordem Enfermeiros.</p>
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		<title>By: admin</title>
		<link>http://cogitare.forumenfermagem.org/2009/11/16/transporte-gratuito-para-a-assembleia-geral-extraordinaria-de-23112009/#comment-21775</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:00:09 +0000</pubDate>
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		<description>Os membros da  Secção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros tal como todoas as outras disponibilizam transporte gratuito para todos os membros efectivos, com Cédula Profissional válida para o ano em curso.

O Cogitare em Saúde informa que mais informações estão disponiveis no site da Ordem dos Enfermeiros.

Assim os membros da Secção Centro ( e respondendendo a um comentário anterior) que pretendam usufruir do transporte, deverão estar no dia 23 de Novembro pelas 14h00 nas instalações da Secção Regional do Certo, sita na Av. Bissaya Barreto nº 185, Coimbra (Coordenadas GPS – N40.219372; W8.410056).
As inscrições devem ser efectuadas, por e-mail, para srcentro@ordemenfermeiros.pt com o prazo limite, 19 de Novembro de 2009.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os membros da  Secção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros tal como todoas as outras disponibilizam transporte gratuito para todos os membros efectivos, com Cédula Profissional válida para o ano em curso.</p>
<p>O Cogitare em Saúde informa que mais informações estão disponiveis no site da Ordem dos Enfermeiros.</p>
<p>Assim os membros da Secção Centro ( e respondendendo a um comentário anterior) que pretendam usufruir do transporte, deverão estar no dia 23 de Novembro pelas 14h00 nas instalações da Secção Regional do Certo, sita na Av. Bissaya Barreto nº 185, Coimbra (Coordenadas GPS – N40.219372; W8.410056).<br />
As inscrições devem ser efectuadas, por e-mail, para <a href="mailto:srcentro@ordemenfermeiros.pt">srcentro@ordemenfermeiros.pt</a> com o prazo limite, 19 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>By: MAS</title>
		<link>http://cogitare.forumenfermagem.org/2009/11/16/transporte-gratuito-para-a-assembleia-geral-extraordinaria-de-23112009/#comment-21774</link>
		<dc:creator>MAS</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 20:40:41 +0000</pubDate>
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		<description>Movimento Acção na Saúde

EDITORIAL

Terminou mais um ciclo eleitoral. Nas legislativas, o PS perdeu mais de meio milhão de votos e 23 deputados, formando governo, agora sem maioria absoluta. Este desgaste significativo expressa de forma distorcida a contestação social que marcou o anterior governo. Deram-se lutas sucessivas de milhares de trabalhadores do sector público - com destaque para os professores – e de empresas do sector privado, que fecharam ou ameaçaram fechar; contestação popular por todo o país contra o encerramento de maternidades, urgências e centros de saúde; algumas das maiores manifestações desde o 25 de Abril. Mas tudo isto foi insuficiente para derrotar definitivamente Sócrates. Para tal, contribuíram a estratégia das direcções sindicais que, não só advogaram “tréguas eleitorais”, como assinaram vários acordos vergonhosos com o governo, bem como a das forças à esquerda do PS que abdicaram de construir uma plataforma unitária que surgisse como alternativa real de governo. Assim, Sócrates mostrou que a opção era entre ele e Ferreira Leite e Manuel Alegre aproveitou para apelar ao voto no PS, impedindo a perda de votos de um importante sector crítico que representava.

O novo Sócrates é igual a si mesmo, não nos iludamos. Na educação, Isabel Alçada já afirmou que não alterará a avaliação dos professores e o seu estatuto de carreira. No trabalho, Helena André - profissional sindical desde os 21 anos – fez prontamente saber que não será a ministra dos sindicatos e que “o anterior governo lançou uma série de políticas muito importantes&quot; e que essas bases têm de ser consolidadas, estando fora de questão a revogação do Código do Trabalho. Quanto à saúde, a substituição ministerial deu-se na anterior legislatura, não para mudar de políticas, mas para travar a contestação. Até o ex-Director Geral da Saúde, Constantino Sakellarides, afirmou: “Há ministros do núcleo duro e há ministros simpáticos para apaziguar o povo. E a ministra da Saúde faz parte destes.” “Todas as reformas do Correia de Campos continuaram com um ritmo próprio da segunda parte do ciclo político.” Que é como quem diz, só não avançaram mais no ataque aos trabalhadores e aos utentes do SNS porque tinham de acalmar os ânimos e preocupar-se em ganhar as eleições novamente.

Mesmo sem maioria absoluta, Sócrates tem nas bancadas à sua direita muitos interessados em sair da crise à custa dos trabalhadores e do desmantelamento dos serviços públicos, que apoiarão as suas medidas neste sentido. A nossa resposta terá de ser de forte oposição, sem tréguas. À esquerda que não se revê neste governo, nomeadamente ao BE e PCP, apelamos para que lute unida, desde já, no parlamento e nas ruas. No parlamento, como oposição frontal, recusando apoios pontuais a medidas supostamente “positivas”; nas ruas, preparando novas mobilizações, ainda mais fortes, que o enfrentem e derrotem. As direcções sindicais devem, por sua vez, organizar a luta contra o código do trabalho, pela reposição de direitos na Segurança Social, pela redução do horário máximo semanal para as 35 horas, sem redução de salário, para combater o desemprego. Devemos também, desde já, pressionar os dirigentes sindicais e mobilizar-nos para que as nossas carreiras não sejam feitas à medida do governo, nas mesas de negociações, mas que traduzam melhorias nas nossas condições de trabalho. Com este governo já tivemos más experiências que cheguem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Movimento Acção na Saúde</p>
<p>EDITORIAL</p>
<p>Terminou mais um ciclo eleitoral. Nas legislativas, o PS perdeu mais de meio milhão de votos e 23 deputados, formando governo, agora sem maioria absoluta. Este desgaste significativo expressa de forma distorcida a contestação social que marcou o anterior governo. Deram-se lutas sucessivas de milhares de trabalhadores do sector público &#8211; com destaque para os professores – e de empresas do sector privado, que fecharam ou ameaçaram fechar; contestação popular por todo o país contra o encerramento de maternidades, urgências e centros de saúde; algumas das maiores manifestações desde o 25 de Abril. Mas tudo isto foi insuficiente para derrotar definitivamente Sócrates. Para tal, contribuíram a estratégia das direcções sindicais que, não só advogaram “tréguas eleitorais”, como assinaram vários acordos vergonhosos com o governo, bem como a das forças à esquerda do PS que abdicaram de construir uma plataforma unitária que surgisse como alternativa real de governo. Assim, Sócrates mostrou que a opção era entre ele e Ferreira Leite e Manuel Alegre aproveitou para apelar ao voto no PS, impedindo a perda de votos de um importante sector crítico que representava.</p>
<p>O novo Sócrates é igual a si mesmo, não nos iludamos. Na educação, Isabel Alçada já afirmou que não alterará a avaliação dos professores e o seu estatuto de carreira. No trabalho, Helena André &#8211; profissional sindical desde os 21 anos – fez prontamente saber que não será a ministra dos sindicatos e que “o anterior governo lançou uma série de políticas muito importantes&#8221; e que essas bases têm de ser consolidadas, estando fora de questão a revogação do Código do Trabalho. Quanto à saúde, a substituição ministerial deu-se na anterior legislatura, não para mudar de políticas, mas para travar a contestação. Até o ex-Director Geral da Saúde, Constantino Sakellarides, afirmou: “Há ministros do núcleo duro e há ministros simpáticos para apaziguar o povo. E a ministra da Saúde faz parte destes.” “Todas as reformas do Correia de Campos continuaram com um ritmo próprio da segunda parte do ciclo político.” Que é como quem diz, só não avançaram mais no ataque aos trabalhadores e aos utentes do SNS porque tinham de acalmar os ânimos e preocupar-se em ganhar as eleições novamente.</p>
<p>Mesmo sem maioria absoluta, Sócrates tem nas bancadas à sua direita muitos interessados em sair da crise à custa dos trabalhadores e do desmantelamento dos serviços públicos, que apoiarão as suas medidas neste sentido. A nossa resposta terá de ser de forte oposição, sem tréguas. À esquerda que não se revê neste governo, nomeadamente ao BE e PCP, apelamos para que lute unida, desde já, no parlamento e nas ruas. No parlamento, como oposição frontal, recusando apoios pontuais a medidas supostamente “positivas”; nas ruas, preparando novas mobilizações, ainda mais fortes, que o enfrentem e derrotem. As direcções sindicais devem, por sua vez, organizar a luta contra o código do trabalho, pela reposição de direitos na Segurança Social, pela redução do horário máximo semanal para as 35 horas, sem redução de salário, para combater o desemprego. Devemos também, desde já, pressionar os dirigentes sindicais e mobilizar-nos para que as nossas carreiras não sejam feitas à medida do governo, nas mesas de negociações, mas que traduzam melhorias nas nossas condições de trabalho. Com este governo já tivemos más experiências que cheguem.</p>
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		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://cogitare.forumenfermagem.org/2009/11/16/transporte-gratuito-para-a-assembleia-geral-extraordinaria-de-23112009/#comment-21771</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 16:35:09 +0000</pubDate>
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		<description>E para quem for do Centro também há transporte?</description>
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		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://cogitare.forumenfermagem.org/2009/11/16/transporte-gratuito-para-a-assembleia-geral-extraordinaria-de-23112009/#comment-21769</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:07:45 +0000</pubDate>
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		<description>Sr Germano Couto.
Quem está em Chaves, também asseguram transporte, ou é necessario ir em transporte próprio até ao Porto?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr Germano Couto.<br />
Quem está em Chaves, também asseguram transporte, ou é necessario ir em transporte próprio até ao Porto?</p>
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		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://cogitare.forumenfermagem.org/2009/11/16/transporte-gratuito-para-a-assembleia-geral-extraordinaria-de-23112009/#comment-21768</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:06:36 +0000</pubDate>
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		<description>Sr Germano Couto.
Quem está em Chaves, também asseguram transporte, ou é necess´rio ir em transporte próprio até ao Porto?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr Germano Couto.<br />
Quem está em Chaves, também asseguram transporte, ou é necess´rio ir em transporte próprio até ao Porto?</p>
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