Mais de 80 por cento das mortes na Europa são provocadas por doenças crónicas, mas apenas três por cento das despesas com a saúde se destinam à prevenção. O grosso do dinheiro é gasto no tratamento. Através da adopção de adequadas medidas promotoras da saúde e preventivas da doença, seria possível alterar este panorama.
No II Congresso Nacional de Saúde Pública, a decorrer no Porto (28 e 29 de Outubro de 2010 ), foi elaborada uma moção pelos subscritores ao II Congresso Nacional de Saúde Pública- É Tempo de Agir – Declaração para uma vida melhor LINK”, com informação sobre os efeitos negativos causados pelos quatro maiores factores de risco das doenças crónicas
-
o tabagismo,
- a má alimentação,
- o abuso de álcool ;
- o sedentarismo.
Os investimentos na prevenção são sempre menos dispendiosos do que os aplicados no tratamento da doença, logo, economicamente mais favoráveis. Além disso, a prevenção evita o sofrimento e promove a qualidade de vida das pessoas, das famílias e das comunidades, sendo prova disso o excelente trabalho que as UCC têm vindo a realizar.
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3 comments
eazb says:
October 29, 2010 at 11:50 (UTC 1 )
É pena que o trabalho realizado pelos enfermeiros nas UCC não se divulgue. Está na hora de apresentarmos dados sobre o que temos vindo a fazer, porque senão ninguém sabe o que fizemos e em que medida melhoramos a saúde da população. Disse.
Paula says:
October 29, 2010 at 19:56 (UTC 1 )
Dá que pensar…270 candidaturas a UCC e apenas 22 (faltam as de Lisboa) no terreno, sendo que 4 são ainda RN??? Porque será??
Anonymous says:
October 29, 2010 at 21:34 (UTC 1 )
Alguém tem a minima dúvida que vão atacar as Ucc e o seu trabalho? Acho que o documento que saiu do II congresso de saúde publica nada traz de novo, a não ser o medo patente e escondido