Portugal inverteu de forma abrupta a tendência favorável que vinha registando ao nível da mortalidade infantil, um dos indicadores em que o País vem pontuando melhor em comparação com outras nações do mundo desenvolvido. Este aumento ao nível da mortalidade infantil cria a necessidade de estudar melhor esta questão, nomeadamente no que toca às razões que explicam esta subida. Ao identificarmos os factores determinantes para este insucesso nesta área, poderemos perceber quais as práticas e estratégias que interessa replicar noutras áreas da saúde.
Conhecer o perfil da mortalidade infantil é fundamental para a formulação de estratégias que permitam o seu controle. Mais se informa que o coeficiente de mortalidade infantil é a relação entre o número de óbitos de crianças menores de um ano e o número de nascidos vivos em determinado local e calculado na base de mil nascidos vivos.
Este coeficiente é reconhecido como um dos mais sensíveis indicadores de saúde, pois a morte de crianças menores de um ano é directamente influenciada por condições de pré natal, gravidez, história materna, conduta e doenças maternas, ruptura precoce de membrana, gemelaridade, idade materna, consanguinidade, procedimentos perinatais, mortalidade perinatal, condições e tipo de parto, síndrome da morte súbita, estado marital, intervalo entre partos, diferenças raciais materna e infantil condições socioeconómicas, prematuridade, baixo peso ao nascer, más formações congénitas, mães portadoras do HIV e de outras doenças infecto contagiosas e outros.
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2 comments
Anonymous says:
December 30, 2010 at 10:56 (UTC 1 )
A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO E O LICENCIAMENTO DE CLINICAS PRIVADAS DE ABORTO EM PORTUGAL
eazb says:
December 30, 2010 at 15:52 (UTC 1 )
Têm a palavra os especialistas…