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Jun
28

Um Economista e um Médico para secretários de Estado da Saúde

O médico especialista em hematologia Fernando Leal da Costa é o novo secretário de Estado Adjunto e da Saúde, enquanto o actual presidente da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), Manuel Teixeira, vai assumir as funções de secretário de Estado da Saúde.

Médicos e Enfermeiros estão satisfeitos com a escolha dos dois novos secretários de Estado da Saúde e, em declarações à agência Lusa, disseram tratar-se de duas pessoas com “conhecimento profundo da área” e que “oferecem garantias”.

  1. ?Fernando Leal da Costa era até agora, e desde 2006, o consultor de Cavaco Silva para os Assuntos da Política de Saúde e chegou a ser assessor de Correia de Campos durante cinco meses em 2005. Licenciado em Medicina pela Universidade de Lisboa em 1983, Fernando Leal da Costa está ligado há muito ao Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, onde é Assistente Graduado de Hematologia. É também professor auxiliar convidado do grupo de disciplinas de Gestão de Organizações de Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa e membro da Comissão de Avaliação de Medicamentos do Infarmed desde 1996.
  2. Entre os cargos públicos que exerceu destacam-se o de subdirector-geral de Saúde, entre Setembro de 2001 e Junho de 2002, e o de coordenador nacional para as Doenças Oncológicas, integrando o Alto-Comissariado para a Saúde, de Agosto de 2005 a Março de 2006.

  3. Manuel Teixeira é o actual presidente da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS). Dirigiu até hoje a ACSS, entidade criada no tempo do ex-ministro socialista Correia de Campos para controlar o desempenho económico-financeiro dos serviços do Ministério da Saúde. No curriculum de Manuel Teixeira consta já uma experiência governativa, como secretário de Estado do Orçamento do então ministro das Finanças de um Governo PSD/CDS Bagão Félix.

Manuel Ferreira Teixeira é licenciado em Economia no Instituto Superior de Economia, tem uma pós-graduação em Economia Europeia pela Universidade Católica Portuguesa e o mestrado em Economia pela Universidade Técnica de Lisboa.

O PSD e o CDS-PP defendiam ambos que o novo Governo deveria ser composto por 25 secretários de Estado, mas o número final ficou nos 35, destas personalidades ligadas ao PSD ocupam 12 pastas e do CDS-PP ficam com oito. Aguardemos as medidas que irão tomar …

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Vera Carvalho

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3 comments

  1. Anonymous says:

    De repente, aparece uma notícia das que fazem corar um morto: “40% do dinheiro gasto com medicamentos está provado que é fraudulento – roubado”.

    Se a estes 40% juntarmos as 800 toneladas de lixo medicamentoso, que foi devolvido às farmácias, nos finais da era Correia de Campos, mas ainda, com ele no Ministério da Saúde, que tão noticiadas foram, pelo “Diário de Notícias”, num assumo de coragem, que o tempo foi apagando, apetece perguntar o que aconteceria se às alternativas – genéricos ou marcados – juntássemos uma 3ª alternativa – “Não fraudulentos”?

    Para já, o nosso erário público, herdeiro directo dos nossos impostos, arrancados ao suor dos nossos rostos, que o mesmo é dizer, pão que o diabo amaçou, para comermos como castigo, redenção do pecado original: “Comerás o pão com o suor do teu rosto”, disse Deus Pai, todo-poderoso, em consequência directa da maçã serpentina, que o casal saboreou, ao que consta, sem a homologação devida e do que nos ficou o umbigo, para recordação e deleite de egocentristas.

    Naquele corre-corre, em rodapé, com que as televisões nos entretêm, quando a peça principal não agrada, dizia a RTP1 “que as receitas foram feitas por médicos, já mortos, para doentes, também mortos”. (doentes mortos são os que acreditam que se forem ao médico não morrem, por isso não perdem tempo com Enfermeiros)

  2. Anonymous says:

    Pizarro foi durante anos o inimigo nº1 dos enfemeiros (contando com a preciosa ajuda da Srª Ministra Ana Jorge.

    Será que as pessoas já se esqueceram das atrocidades e de todo o mal k este senhor nos fez??

  3. Anonymous says:

    Eu ate não desgoto de um ministro economista… se for imparcial até pode ser proveitoso… um secretario de estado da saúde economista também já é como diz o outro: o que é demais é moléstia. porquê nunca um enfermeiro? já que é a maior classe e a mais presente no SNS, parece-me tão lógico!!!!

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