Os enfermeiros querem passar a acompanhar grávidas de baixo risco, medida que dizem estar prevista numa norma europeia e que permitiria dispensar os médicos desta função e poupar “milhões de euros” ao Serviço Nacional de Saúde..
Numa petição que defende o reconhecimento prático das competências dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica – CLIQUEM AQUI PARA LEREM , os enfermeiros apelam à aplicação de um decreto-lei de Março de 2009.
Para o vice-presidente da Ordem dos Enfermeiros, Jacinto Oliveira, a petição não deveria ser necessária. O responsável refere-se a uma situação que “não faz sentido”, adiantando que esta questão até está “consignada em normativo europeu e está atribuída no leque de competências dos enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica“.
A possibilidade de os enfermeiros seguirem as grávidas de baixo risco existe “de há longa data e poderia trazer vantagens ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), referiu o responsável, em declarações à Agência Lusa.
No entanto, “quando um enfermeiro faz o acompanhamento da gravidez e tem de prescrever meios complementares de diagnóstico, o SNS não os paga do mesmo modo do que quando é outro grupo profissional a prescrevê-los“, explicou Jacinto Oliveira.(Fonte JN)
O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, volta a defender a sua dama e ignora por completo as orientações da OMS e acrescenta que as grávidas são acompanhadas pelo médico de família ou nas maternidades de referência, o que considera uma “situação adequada às necessidades”. .. A Mudança mesmo quando orientada pela Organização Mundial de Saúde quando interfere com a Orbita Médica incomoda…
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8 comments
João Vaz says:
August 30, 2011 at 12:42 (UTC 1 )
Quando quero ler notícias vou ao google news
Enfermagem S/A says:
August 30, 2011 at 15:53 (UTC 1 )
otimo texto….
Anonymous says:
August 30, 2011 at 21:52 (UTC 1 )
Temos Formação, Temos competências, Temos vontade de trabalhar… mas nem uma Normativa Europeia consegue mudar as ” Leis” do nosso SNS….
Anonymous says:
August 30, 2011 at 23:50 (UTC 1 )
Olá, gostava de expôr uma questão à Enf.ª Ana Rita Carvalho, alguém sabe como é que eu a contacto?
Ana Rita Cavaco says:
August 31, 2011 at 00:58 (UTC 1 )
Se o contacto é para mim através do info@mudaroe.com, o apelido é que não é este:-)
Beijinhos
Ana
Anonymous says:
August 31, 2011 at 20:58 (UTC 1 )
CORRECÇÂO: Jacinto Oliveira não é vice-presidente, mas sim vogal do Conselho Directivo.
Parece que Sra. bastonária meteu os papéis para a
reforma, pois anda sem voz!
Anonymous says:
August 31, 2011 at 21:39 (UTC 1 )
Para o anónimo das 20:58: o Enf Jacinto Oliveira é vogal do Conselho Directivo mas também é Vice-presidente da OE
Altino says:
September 3, 2011 at 13:00 (UTC 1 )
Na primeira reunião pós eleições são designados os vogais (2) que vão ocupar o cat´rgo de Vice-Presidentes ou vice-bastonário. Jacinto é um desses casos.
O silência providencial da Bastonária é fictício, tendo em conta o correr dos taipais.
É evidente que o que está a menosprezar a competência das parteiras são as papagaias solidários com os papagaios que por lá têm andado, na OE, claro.
Se estabelecessem as regras, baseadas no que é norma corrente as parteiras fazerem e se lhes alargassem as competências, não deixando que as transformem no que já ouvi chamar de doulas que nem sei muito bem o que é, mas parece uma espécie de TAE do INEM, Se promovessem a sua implantação nos centros de saúde sem esperar pelo que dis o bastonário da Ordem dosa Médicos, nem se preocuparem com a mais que natural oposição desse grupo, por razões de aleitamento e mamice da Classe Médica o assunto já se tinha desenvolvido formalmente.
A OE e os seus dispensáveis dirigentes querem agradar a deus e ao diabo, ao mesmo tempo e depois fazem petições de coisas que já são dos enfermeiros, em muito maior quantidade e responsabilidade do que aquele que apregoa.
No dia da petição a responsável pelo colégio das parteiras, tinha comido um pouco de orelheira misturada com focinho de porco que lhe fez mal e não compareceu, suponho.
Ainda faltam 4 meses para soltar o grito do Ipiranga. Oxalá!